Notícia do Público, com destaque na primeira página
36 comentários em “Coisas realmente importantes”
Também já ouvi falar (não me lembro onde) de uma ambulância para animais. E um bordel para cães onde os machos encontrariam cadelas disponíveis. Os machos não são de ferro como se dizia antigamente.
O PAN acaba de anunciar uma J no Partido: A Juventude Canina. Para começarem a treinar para deputados e deixarem de ter representantes que parecem de espécie não canina.
E está muito bem. Lembro-me do Sr. Doutor da minha adolescência, um ilustríssimo gato rafeiro, recolhido na rua por meus pais e assim “baptizado” em estremecida homenagem à infinda legião de licenciados (por estes dias mestres e num futuro próximo as criancinhas terão o doutoramento pelo décimo segundo ano, se isso permitir acordos pós-eleitorais ou coisa análoga…) que se reclama abusivamente do título de “doutor”.
Cá por casa, por estes dias, mandam a Elizabeth Bennet e o Fitzwilliam Darcy, dois adoráveis felinos – o segundo recolhido das ruas e de uma morte certa em questão de horas – sem qualquer “pedigree” (o mais de que se podem reclamar é de ser “europeus comuns”). Lizzy e Fitz, para os amigos.
Felizmente a recepcionista da clínica veterinária, ao tempo do registo por lá dos bichanos, era fervorosa austeniana.
Quer-me parecer que lhe chamaram creche apenas para fugir ao radar da FENPROF. Para o caso do Mário Nogueira começar a reivindicar uma leitura holística da Constituição…
Será que as creches privadas vão ser comparticipados pelo estado ? O que se passa com as pessoas? Onde param os donos de animais que os passeiam de manhã e à noite, que os lavam, alimentam e ensinam, que sabem a importância de transportar um saquinho no bolso, que se desunham-se para ter sempre um familiar ou vizinho que os alimente e trate da sua higiene e divertimento nas férias ou outras alturas que não de lazer? Este tipo de pessoas terá tido a mesma sorte dos dinossauros ? Ultimamente são flagrantes e constantes as faltas de respeito e de humanidade entre os homens. Como poderemos pensar em dar-lhes sequer a responsabilidade de tratar de um animal ? Pois sim… Creches para animais irracionais… e os outros, hum?
Também já ouvi falar (não me lembro onde) de uma ambulância para animais.
E um bordel para cães onde os machos encontrariam cadelas disponíveis.
Os machos não são de ferro como se dizia antigamente.
Os beubéus não podem ser privados dos seus direitos. Neste caso, o direito de pernada.
ó PC, “direito de pernada” não é “isso” :):):)
Ah, pois não: os bichos não têm pernas.
Pois, devia ser direito de patada.
Patada patuda.
Os “perros” dos pensionista pobrezinhos, serão subsidiadas pela Caixa?
Quem não uiva não mama.
Não sei não, pelo Galamba não meto as mãos no fogo.
Faz bem. Evita queimaduras.
O suplemento do Diário do Governo só nos dá boas noticias!
Bem haja
Aguardo um comunicado do PAN a apoiar a iniciativa.
O PAN acaba de anunciar uma J no Partido: A Juventude Canina. Para começarem a treinar para deputados e deixarem de ter representantes que parecem de espécie não canina.
Eu, como sportinguista, sugiro a formação da Juventude Leonina.
Assim vai a imprensa de referencia, caro Pedro Correia!!
Ainda há quem a leia, meu caro. Com fidelidade canina.
tem que se mudar a Capital de Portugal de Portugal para outro sitio!!! desde ha algum tempo que de Lisboa não sai nenhuma ideia de jeito…
Depende. Para os cães Lisboa parece estar cada vez melhor.
Portanto, um canil em regime de externato.
Acho discriminatório para os tarecos. Só contempla bobis.
Também já vai aparecendo oferta para esses.
Mas consta que as aulas de obediência são um pouco frustrantes.
Gato escaldado de água fria tem medo.
http://opinioesinconformadas.blogspot.pt/
Muito bem, parece-me um blogue com interesse.
Os animais convivem bem com os homens domesticados.
( Georges Najjar Jr – desaforismos )
“Quanto mais conheço os homens mais gosto dos animais.” (Churchill, cito de cor).
Cães rafeiros ou cães com pedigree? Cães com nome sonante ou cães com nomes de gentalha?
Cães com nome de artista. Há dias foi-me apresentado um perdigueiro chamado Wolfgang Amadeus Mozart. Alçava a pata com estilo.
E está muito bem. Lembro-me do Sr. Doutor da minha adolescência, um ilustríssimo gato rafeiro, recolhido na rua por meus pais e assim “baptizado” em estremecida homenagem à infinda legião de licenciados (por estes dias mestres e num futuro próximo as criancinhas terão o doutoramento pelo décimo segundo ano, se isso permitir acordos pós-eleitorais ou coisa análoga…) que se reclama abusivamente do título de “doutor”.
Cá por casa, por estes dias, mandam a Elizabeth Bennet e o Fitzwilliam Darcy, dois adoráveis felinos – o segundo recolhido das ruas e de uma morte certa em questão de horas – sem qualquer “pedigree” (o mais de que se podem reclamar é de ser “europeus comuns”). Lizzy e Fitz, para os amigos.
Felizmente a recepcionista da clínica veterinária, ao tempo do registo por lá dos bichanos, era fervorosa austeniana.
Carradas de razão, sr. Churchill.
Costa
Uma grande frase do Nobel da Literatura de 1953.
Lar para idosos já há?
Não é tão prioritário.
Quer-me parecer que lhe chamaram creche apenas para fugir ao radar da FENPROF.
Para o caso do Mário Nogueira começar a reivindicar uma leitura holística da Constituição…
Nogueira irreconhecível: já nem dá nozes.
Será que as creches privadas vão ser comparticipados pelo estado ?
O que se passa com as pessoas? Onde param os donos de animais que os passeiam de manhã e à noite, que os lavam, alimentam e ensinam, que sabem a importância de transportar um saquinho no bolso, que se desunham-se para ter sempre um familiar ou vizinho que os alimente e trate da sua higiene e divertimento nas férias ou outras alturas que não de lazer? Este tipo de pessoas terá tido a mesma sorte dos dinossauros ?
Ultimamente são flagrantes e constantes as faltas de respeito e de humanidade entre os homens. Como poderemos pensar em dar-lhes sequer a responsabilidade de tratar de um animal ?
Pois sim… Creches para animais irracionais… e os outros, hum?
Apetece dizer-lhes: creche… e aparece.