8 comentários em “Coisas realmente importantes”

  1. Em assembleia na ilha de Lampedusa, os cães desconfiaram formalmente de estudos que lhes tragam um estatuto onde podem perder o auxílio e compaixão humana.

    Enfim… coisas da forma “és tudo” menos “estudo” tendem mais a provar que há “pessoas que também são cães” – ora pela trela que atrela, ora pelo faro que fareja o farol, ou pelo simples meter o rabo entre as pernas.

  2. Acabei de fazer uma meditação transcendental que me revelou que há pessoas que mordem como os cães. Por isto mesmo o dito popular “passar manteiga em focinho de cão” aplica-se com toda a propriedade – sem tendências de propriedade – aos cães que não conhecem e não saboreiam o dono.
    E no seguimento de tal meditação, verifiquei também, científicamente, que os cães dão à cauda de alegria, e outros dão a cauda para se alegrarem.
    Concluí ainda que há cães que se fazem passar por pessoas, e cães que gostam de retribuir como pessoas.

    De ora em diante surge uma nova designação na espécie: cãopessoa e pessocão (este último ainda está em evolução. Mais tarde, se tudo correr bem na evolução da espécie, inverter-se-á o sujeito e acrescentar-se-á a vogal a ao pesso).
    Vou agora perguntar à cadela da vizinha o que pensa o seu cão sobre cada presente que ele deixa à porta sem que ela o limpe.

  3. Sim senhor…

    Até tivemos um famoso chamado : Diogo…

    Chegou à foz do Zaire sem GPS… guiado unicamente pelas estrelas e pelo faro!

    É dele a celebre frase: ” As pessoas ladram e o Cão passa”!

  4. Se tiver curiosidade suficiente, pode ouvir aqui do que é que esta experiência realmente trata. Curiosamente, o investigador apresenta-se como neurologista-economista porque a sua especialidade é o estudo da actividade cerebral na tomada de decisões, em humanos (o que é que se passa no nosso cérebro quando escolhemos uma coisa em vez da outra, que é como quem diz, decidimos ir ao cinema em vez de ficar a trabalhar, comprar um Lamborghini em vez dum Opel Corsa, etc). Presumo que a ideia de fazer a experiência com cães deve-se a ser o único animal que ele estava a imaginar conseguir convencer a entrar para um aparelho de ressonância magnética e ficar lá quieto o tempo necessário (e já não foi fácil). Naturalmente, estudou a área do cérebro que conhecia melhor. Os resultados são interessantes porque, basicamente, são comparáveis nos humanos e nos cães. E também porque os cães reagiam mais ao cheiro dum humano familiar do que ao dum cão familiar, um resultado inesperado. That’s all.
    http://www.humananimalscience.com.au/sit-stay-scan-how-dogs-think/?goback=.gde_4098244_member_5800424883796074497#!

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