Em assembleia na ilha de Lampedusa, os cães desconfiaram formalmente de estudos que lhes tragam um estatuto onde podem perder o auxílio e compaixão humana.
Enfim… coisas da forma “és tudo” menos “estudo” tendem mais a provar que há “pessoas que também são cães” – ora pela trela que atrela, ora pelo faro que fareja o farol, ou pelo simples meter o rabo entre as pernas.
Acabei de fazer uma meditação transcendental que me revelou que há pessoas que mordem como os cães. Por isto mesmo o dito popular “passar manteiga em focinho de cão” aplica-se com toda a propriedade – sem tendências de propriedade – aos cães que não conhecem e não saboreiam o dono. E no seguimento de tal meditação, verifiquei também, científicamente, que os cães dão à cauda de alegria, e outros dão a cauda para se alegrarem. Concluí ainda que há cães que se fazem passar por pessoas, e cães que gostam de retribuir como pessoas.
De ora em diante surge uma nova designação na espécie: cãopessoa e pessocão (este último ainda está em evolução. Mais tarde, se tudo correr bem na evolução da espécie, inverter-se-á o sujeito e acrescentar-se-á a vogal a ao pesso). Vou agora perguntar à cadela da vizinha o que pensa o seu cão sobre cada presente que ele deixa à porta sem que ela o limpe.
Se tiver curiosidade suficiente, pode ouvir aqui do que é que esta experiência realmente trata. Curiosamente, o investigador apresenta-se como neurologista-economista porque a sua especialidade é o estudo da actividade cerebral na tomada de decisões, em humanos (o que é que se passa no nosso cérebro quando escolhemos uma coisa em vez da outra, que é como quem diz, decidimos ir ao cinema em vez de ficar a trabalhar, comprar um Lamborghini em vez dum Opel Corsa, etc). Presumo que a ideia de fazer a experiência com cães deve-se a ser o único animal que ele estava a imaginar conseguir convencer a entrar para um aparelho de ressonância magnética e ficar lá quieto o tempo necessário (e já não foi fácil). Naturalmente, estudou a área do cérebro que conhecia melhor. Os resultados são interessantes porque, basicamente, são comparáveis nos humanos e nos cães. E também porque os cães reagiam mais ao cheiro dum humano familiar do que ao dum cão familiar, um resultado inesperado. That’s all. http://www.humananimalscience.com.au/sit-stay-scan-how-dogs-think/?goback=.gde_4098244_member_5800424883796074497#!
Em assembleia na ilha de Lampedusa, os cães desconfiaram formalmente de estudos que lhes tragam um estatuto onde podem perder o auxílio e compaixão humana.
Enfim… coisas da forma “és tudo” menos “estudo” tendem mais a provar que há “pessoas que também são cães” – ora pela trela que atrela, ora pelo faro que fareja o farol, ou pelo simples meter o rabo entre as pernas.
Os ratos também. t-mistakes-way/
“People and rats may think alike when they’ve made a mistake”
http://www.futurity.org/humans-rats-adap
Então e a gente?
Pode muito bem ser. Creio ter lido em qualquer lado que os verdadeiros cães não são os de quatro patas.
Acabei de fazer uma meditação transcendental que me revelou que há pessoas que mordem como os cães. Por isto mesmo o dito popular “passar manteiga em focinho de cão” aplica-se com toda a propriedade – sem tendências de propriedade – aos cães que não conhecem e não saboreiam o dono.
E no seguimento de tal meditação, verifiquei também, científicamente, que os cães dão à cauda de alegria, e outros dão a cauda para se alegrarem.
Concluí ainda que há cães que se fazem passar por pessoas, e cães que gostam de retribuir como pessoas.
De ora em diante surge uma nova designação na espécie: cãopessoa e pessocão (este último ainda está em evolução. Mais tarde, se tudo correr bem na evolução da espécie, inverter-se-á o sujeito e acrescentar-se-á a vogal a ao pesso).
Vou agora perguntar à cadela da vizinha o que pensa o seu cão sobre cada presente que ele deixa à porta sem que ela o limpe.
Discordo em absoluto: os cães são bem mais inteligentes do que a maioria das pessoas.
Sim senhor…
Até tivemos um famoso chamado : Diogo…
Chegou à foz do Zaire sem GPS… guiado unicamente pelas estrelas e pelo faro!
É dele a celebre frase: ” As pessoas ladram e o Cão passa”!
Se tiver curiosidade suficiente, pode ouvir aqui do que é que esta experiência realmente trata. Curiosamente, o investigador apresenta-se como neurologista-economista porque a sua especialidade é o estudo da actividade cerebral na tomada de decisões, em humanos (o que é que se passa no nosso cérebro quando escolhemos uma coisa em vez da outra, que é como quem diz, decidimos ir ao cinema em vez de ficar a trabalhar, comprar um Lamborghini em vez dum Opel Corsa, etc). Presumo que a ideia de fazer a experiência com cães deve-se a ser o único animal que ele estava a imaginar conseguir convencer a entrar para um aparelho de ressonância magnética e ficar lá quieto o tempo necessário (e já não foi fácil). Naturalmente, estudou a área do cérebro que conhecia melhor. Os resultados são interessantes porque, basicamente, são comparáveis nos humanos e nos cães. E também porque os cães reagiam mais ao cheiro dum humano familiar do que ao dum cão familiar, um resultado inesperado. That’s all. tay-scan-how-dogs-think/?goback=.gde_409 8244_member_5800424883796074497#!
http://www.humananimalscience.com.au/sit-s