… a não ser que alguém faça a caridade de explicar-me. Mas tem de ser muito, muito devagar. Como se eu fosse muito burra. Ou muito crédula.
(título roubado ao Sérgio, com um pedido de desculpas)
… a não ser que alguém faça a caridade de explicar-me. Mas tem de ser muito, muito devagar. Como se eu fosse muito burra. Ou muito crédula.
(título roubado ao Sérgio, com um pedido de desculpas)
Muito burra não. Vou dar-lhe a explicação na sua condição de muito crédula: Considerando trabalhosa e pouco gratificante a via da produção de bens transaccionáveis, a nossa economia passa a ter futuro garantido nos serviços, com destaque para o sector financeiro estatizado. O Governo coloca dinheiro em off-shores , empresta a economias falidas e assim por diante… Assim, vamos cumprir o PEC?
Ah, percebo: vamos ser uma espécie de país-madoff! Com ou sem PEC, não vejo que tenhamos grande futuro…
Não!, não percebeu.
Mas eu, pacientemente, explico para quem é crédula (e não burra): país-Madoff ? Nunca. Aqui, onde a justiça está de costas, é tudo feito legalmente, segundo as normas europeias e dentro do PECado .
(Se não der certo, a penitência é leve…para quem tenha a carteira pesada)
Obrigada pela paciência. Eu avisei que era burra…
🙂
Ana, posso tentar. Mas precisava primeiro de saber qual é o número limite de caracteres que estas caixinhas de comentários comportam. ;-D
Talvez seja mais fácil com um dos seus magníficos desenhos, Luísa…
😉
Acho que este meu post http://networkedblogs.com/2SKxh (http://networkedblogs.com/2SKxh) não explica… mas também não custa muito lê-lo
Pelo contrário, explica muita coisa. Só não explica o que não é explicável, mas eu também não estava à espera de milagres…
🙂
Nem eu Ana, nem eu!
:))
Pois… teríamos de ser muuuuito mais ingénuas para acreditar neste maná repentino, não é?
Vale a pena ler o económico e os comentários. Explicar é difícil Eu também não percebi. O que percebo é que querem fazer de nós nórdicos (só no cabelo)
Pois querem. É o empréstimo do roto ao nu, com o roto a achar que vai passar a vestir Prada depois disso.
Pois,… deve ser isso mesmo, Ana.
Portugal é o diabo e, como se sabe, “O Diabo veste Prada”, não é assim?
Dizem que sim, Luís. Por outro lado, a santidade calça Prada… Os extremos tocam-se, não há dúvida.
😉
Não há nada para explicar a não ser a incoerência da actual administração do Ministério das Finanças português: a-em-casa-vamos-emprestar-cerca-de-200e-a-g recia/ .
http://economiafinancas.com/2010/04/12/l
O Link a cima dá uma ideia do que se trata na realidade.
Cheira-me que vamos mesmo ver-nos gregos, Marcelo…
Ainda não nos vemos gregos?
Desde aquela final em 2004 que me vejo grego para encarar aquele país. Agora vêem pedir dinheiro emprestado ao 2º lugar! Se fosse ao contrário, ainda se daria um desconto.
O país da democracia, da república, da filosofia, dos jogos olímpicos, da Deusa Afrodite, de Hércules, do filme “Mamamia”, até parece mal… (lol).
Ó Ana, eu bem que queira explicar, mas não consigo porque não sou economista. Não percebo nada disso.
Deixe estar, não se preocupe. Mesmo que fosse, também não me parece que conseguisse convencer-me…
eu também não percebo, mas tenho desculpa, sou loura!
Uau!
Nisto somos tomos todos, Ariel…
A Ana não tem de pedir desculpas de nada. Era só o que faltava.
São tantas coisas que a gente não percebe…
Cada vez são mais, Sérgio.
Então expliquem-me a mim como se fosse muito burro como é que a Grecia vai pagar se não tem dinheiro para tocar um cego?
Ora aí está. O problema é esse mesmo.
Gostava de perceber que andam a fazer os grandes gestores que gnha rios de dinheiro.
Alguém vai pagar tudo isto, mas como diz o outro o último que feche a porta…
Alguém? Todos nós, você e eu… à razão de 74 euros por cabeça. Mas depois vamos ficar milionários com os juros, deixe lá.