pois não, não é a mesma coisa é só ligeiramente pior 🙂
Sofia, por favor, não faça fórmulas, porque todas acabarão por ter nuances.
ONDE “o contentamento descontente” e o desassosego tão intrinseco ao amor, sendo ele próprio a essência do descontentamento? cadê, como dizem os nossos amigos brasileiros?..
Subscrevo inteiramente!
Seja bem aparecida.
J.C.
Olá, J.C., como está? Não tenho comentado muito, mas sou leitora assídua e muito atenta deste blog, nomeadamente dos posts da sua lavra
Eu sabia que tinha uma leitora, eu sabia. Só não sabia quem…
tem dias…
A ser verdade, então definitivamente o que eu julgava saber sobre as mulheres está completamente invalidado e eu cada vez menos percebo disto…
Pois eu não acho isso nada irresistível, confesso. Acho até bastante entediante…
um homem à nossa disposição é tipo “lambe botas”!!
Que castigo para a mulher!!!
prpft!!!
Isso deomnstra não ter entendido bem o sentido da frase. Não implica uma postura lambe-botas…
Ufa, obrigado Ana e Júlia!!! 🙂
Júlia: “à nossa mercê” não é o mesmo que “à nossa disposição”, há uma nuance importante que faz toda a diferença, temos pena se não percebe.
pois não, não é a mesma coisa é só ligeiramente pior 🙂
Sofia, por favor, não faça fórmulas, porque todas acabarão por ter nuances.
ONDE “o contentamento descontente” e o desassosego tão intrinseco ao amor, sendo ele próprio a essência do descontentamento? cadê, como dizem os nossos amigos brasileiros?..
Ora, agora é que vão ser elas…
Podem continuar? É que as posições são tão distintas, que sempre podemos aprender alguma coisinha…
Safa… isso é caminho e meio para dar asneira.
Bem eu gostava de ver a Sofia mais vezes aqui no blog… É uma grande frase!
Pedro, Pedro, ainda não sabia disso? Bom, isso não será de estranhar se há mulheres que não o sabem. Talvez ainda não o tenham experimentado.
Grande frase Sofia, e completamente certeira. Só é pena que tão poucos homens consigam fazê-lo. Falta coragem, creio.
Bolas! Que deprimente!
:))
Não gosto de sentir que tenho os outros à minha mercê, homens incluídos.
a isso chama-se ter respeito por si própria e pelos outros, Leonor!
🙂
Bem, confesso que também aprendi alguma coisa com alguns comentários…