Sem desprimor, o melhor é o signo seguinte, eheheh Nunca subestimem um desses nativos, logo então quando tem ascendente Gémeos. Refiro-me, naturalmente, a Marcel Proust 🙂
Leonor, ainda por cima fui eu que tive o azar de colocar o post. Isto deve ser algum fenómeno tipo o que me aconteceu com o Paul Auster. Já agora, por causa disto li a crítica sobre A Montanha Mágica no Expresso e houve uma data de coisas que não percebi, a começar pelo destaque. E tenho o calhamaço da nova edição aqui ao lado do computador, numa pilha de livros; mandaram-me há uns dias. Agora nem me atrevo a abri-lo, não vá sair de lá alguma maldição.
António, ainda guardo por graça o endereço e nº de telefone privados do Paul Auster, que tenho desde que um dia tive de falar com ele por causa de um argumento para um filme. Mas já vi que por aqui não faço sucesso, ninguém me inveja… ahahahahah
LOL Também vi num jornal, já nem sei em qual, a reedição da Montanha Mágica. Será um sinal? Fazes bem, tem cuidado com o livro não vá sair de lá alguma personagem desgarrada. Há um texto belíssimo do Mário de Carvalho, nos Contos Vagabundos, em que um personagem lhe salta por detrás das teclas do computador. O texto é excelente.
Outro Gémeos?
É verdade. Descobri hoje no Público.
Junta-se a uma longa lista: Chico Buarque, João Gilberto, John Kennedy, Marilyn Monroe, Sartre, Vieira da Silva…
João Carvalho ….
Como pode esquecer o compadre?
Muitos e ilustres. Che Guevara também.
A sério, o homem fazia anos ontem? Nem de propósito, olha que bela maneira arranjámos de comemorar! ahahah
A sério! Imagina o meu espanto quando vi hoje no Público.
Sem desprimor, o melhor é o signo seguinte, eheheh
Nunca subestimem um desses nativos, logo então quando tem ascendente Gémeos.
Refiro-me, naturalmente, a Marcel Proust 🙂
De facto Leonor, é uma coincidência interessante!
Não havia por aí alguém, que alinha frases e parágrafos, a dizer que não há coincidências?
ehehe
🙂
Eu, por exemplo, sou rapariga para isso 🙂
Leonor, ainda por cima fui eu que tive o azar de colocar o post. Isto deve ser algum fenómeno tipo o que me aconteceu com o Paul Auster. Já agora, por causa disto li a crítica sobre A Montanha Mágica no Expresso e houve uma data de coisas que não percebi, a começar pelo destaque. E tenho o calhamaço da nova edição aqui ao lado do computador, numa pilha de livros; mandaram-me há uns dias. Agora nem me atrevo a abri-lo, não vá sair de lá alguma maldição.
Azar de colocar o post? Nada disso. O que há é leitoras indisciplinadas que…
:)))
António, ainda guardo por graça o endereço e nº de telefone privados do Paul Auster, que tenho desde que um dia tive de falar com ele por causa de um argumento para um filme. Mas já vi que por aqui não faço sucesso, ninguém me inveja… ahahahahah
Pois, Ana, por aqui não… 🙂
Parafraseando Pedro Correia
A minha vénia, Ana!
:))))))))))))))))
LOL
Também vi num jornal, já nem sei em qual, a reedição da Montanha Mágica. Será um sinal? Fazes bem, tem cuidado com o livro não vá sair de lá alguma personagem desgarrada. Há um texto belíssimo do Mário de Carvalho, nos Contos Vagabundos, em que um personagem lhe salta por detrás das teclas do computador. O texto é excelente.
Vou ter cuidado, Leonor. Ainda por cima já tenho um fantasma do Fernando Pessoa em casa.
Pois é 🙂 Cuidado, António, muito cuidado, mas podes sempre ‘blogá-lo’ ou prendê-lo a um livro como fez o Mário de Carvalho.