3 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões – Edição especial ‘Casa dos Segredos’ 2”

  1. Epocrita…/ou/ Apocrita:

    É uma subordem de insectos nesta, estão as formas mais evoluidas de hipmenópteros, incluem : táxon vespas, abelhas e formigas…

    Aprendam…

    Bruxo

    –

  2. A propósito do acordo “hortográfico” recebi esta mensagem dum colega feiticeiro:

    Eh Bruxo,

    Nós aqui em Moçambique sabemos que os mulungos de Lisboa fizeram um acordo hortográfico com aquele tocolocma do Brasil que tem nome de peixe. A minha resposta é: naila. Os mulungos não pensem que chegam aqui buissa saguate sem milando, porque pensam que o moçambicano é bongolo. O moçambicano não é bongolo não; o moçambicano estiva xilande. Essa bula bula de acordo hortográfico é como babalaza de chope: quando a gente acorda manguana, se vai ticunzar a mamana jà não tem estaleca e nem sequer sab onde é o xitombo e agente arranja timaca com a nossa familia. E como pode o mufana moçambicano falar com o madala? Em portguês, naturalmente. A lingua portuguesa é de todos, incluindo o mulato, o balabasso e os baneanes. Por exemplo: em Portugal dizem autocarro” e está o dicionário; no Brasil “bus” e stá no dicionário; aqui em Moçambique falamos “machimbombo” e não está no dicionário. Porquê?O moçambicano é machimba? Machimba é aquele congoca do Coelho que pensa que e chibante e que fuma no tchócótchá com o thxouco dele e aquilo que sai é só matope.
    Este acordo hortografco é canganhiça, chicuembo chanhaca! Aqui na minha terra a gente fez uma banja e decidiu que não podemos aceitar.

    Bayete Moçambique!
    Assina : teu irmão
    “Hambanine”
    Manuel Muanamacune

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