27 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (9)”

  1. Lanço daqui um forte apelo: temos de ser mais ixactos na forma como escrevemos. As coisas não podem continuar assim. Parece-me ividente.

  2. “Inormes” é a conjugação de três palavras quenianas (Inh, Hor e Mesh) que significam “bravo guerreiro que dá tabefes nas chitas da savana”

    Com este momento de alta cultura me vou… (e um dia destes ainda sou expulso daqui e com razão…)

  3. estou inerme per-ante tão inormes ca-vida-des bu-cais – bocas, pera os – enten-didos (ou cerá ex-tendidos? )
    Ainda me há-dem dar rasão. o jorge coelhone é ke a çabe toda.

  4. Muito bom dia a todos

    Creia minha Senhora, que cinquenta bordoadas é um número que não traduz a extensão do drama.

    Sempre que visito uma página, procuro consultar a caixa de comentários para ficar com uma ideia geral do que pensam as pessoas.

    Então, não sei de ria ou se chore com este drama, agravado quando procuram expressarem-se em “futebolês” ou “politiquês”.

    Sou, há meses, um “espetador” atento à vossa página, pela qualidade dos postais e comentários, de tal sorte que nunca me atrevi a a comentar.

    A gente “abstia-se” (Blasfémias) de comentar mas hoje houve qualquer coisa que “desempedia” (Blasfémias) o espírito.

    Parece uma “envasão” (Publico) não parece?

    A continuar assim, ficamos com o espírito “desempedido” e o cérebro “impedernido”

    Os “sutaques” não são o tema, penso eu, mas devo confessar que como falante não uso “bês” só uso bês pelo que esta “inbasão” carago, precisa de ser sustida.

    (Já agora, “abstia-se” ainda leva hifen?)

      1. Espere pela “rentrée” – invariavelmente pronunciada como “riantrê” pelos(as) nossos(as) sábios(as) apresentadores(as) de televisão – ou será “telvisão” ?, já não cei (ou talvez çei).

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