estou inerme per-ante tão inormes ca-vida-des bu-cais – bocas, pera os – enten-didos (ou cerá ex-tendidos? ) Ainda me há-dem dar rasão. o jorge coelhone é ke a çabe toda.
Creia minha Senhora, que cinquenta bordoadas é um número que não traduz a extensão do drama.
Sempre que visito uma página, procuro consultar a caixa de comentários para ficar com uma ideia geral do que pensam as pessoas.
Então, não sei de ria ou se chore com este drama, agravado quando procuram expressarem-se em “futebolês” ou “politiquês”.
Sou, há meses, um “espetador” atento à vossa página, pela qualidade dos postais e comentários, de tal sorte que nunca me atrevi a a comentar.
A gente “abstia-se” (Blasfémias) de comentar mas hoje houve qualquer coisa que “desempedia” (Blasfémias) o espírito.
Parece uma “envasão” (Publico) não parece?
A continuar assim, ficamos com o espírito “desempedido” e o cérebro “impedernido”
Os “sutaques” não são o tema, penso eu, mas devo confessar que como falante não uso “bês” só uso bês pelo que esta “inbasão” carago, precisa de ser sustida.
Espere pela “rentrée” – invariavelmente pronunciada como “riantrê” pelos(as) nossos(as) sábios(as) apresentadores(as) de televisão – ou será “telvisão” ?, já não cei (ou talvez çei).
Culuçais
Jigantescas!
Com tanta burduada comesso a pençar ka lingua do kota deve estar peor ku shapeu dum pobre.
Péçima!
Esta é que não pode çer.
Eu também nem queria acreditar.
Inorme despara-te
Tive de ler duas vezes: dispara-te é muito bom 🙂
Bem, se há emigres e imigres, emerges e imerges, também pode haver enormes e inormes…
Boa lógica, isso mesmo. Estes escribas são uns incompreendidos.
Já sei: é para rimar com “imensos”.
Afinal, é uma palavra inglesa: inormes/outnormes. Tal como indóres/outdóres…
Pensando melhor, acho que falta ali um “h”.
Salvem as consoantes mudas!!
Hora bem!
Heis um homem com PH!
Lanço daqui um forte apelo: temos de ser mais ixactos na forma como escrevemos. As coisas não podem continuar assim. Parece-me ividente.
Izatos?
Peço desculpa, mas tenho a certeza de que “ixacto” se escreve com “x”. Pelo menos, iscrevia-se…
Iço era antes do acordo ortugráfico…
“Inormes” é a conjugação de três palavras quenianas (Inh, Hor e Mesh) que significam “bravo guerreiro que dá tabefes nas chitas da savana”
Com este momento de alta cultura me vou… (e um dia destes ainda sou expulso daqui e com razão…)
Ai cum caramba! Com essa é me arrumou 🙂
A si e às chitas
estou inerme per-ante tão inormes ca-vida-des bu-cais – bocas, pera os – enten-didos (ou cerá ex-tendidos? )
Ainda me há-dem dar rasão. o jorge coelhone é ke a çabe toda.
Hádem pois 🙂
Muito bom dia a todos
Creia minha Senhora, que cinquenta bordoadas é um número que não traduz a extensão do drama.
Sempre que visito uma página, procuro consultar a caixa de comentários para ficar com uma ideia geral do que pensam as pessoas.
Então, não sei de ria ou se chore com este drama, agravado quando procuram expressarem-se em “futebolês” ou “politiquês”.
Sou, há meses, um “espetador” atento à vossa página, pela qualidade dos postais e comentários, de tal sorte que nunca me atrevi a a comentar.
A gente “abstia-se” (Blasfémias) de comentar mas hoje houve qualquer coisa que “desempedia” (Blasfémias) o espírito.
Parece uma “envasão” (Publico) não parece?
A continuar assim, ficamos com o espírito “desempedido” e o cérebro “impedernido”
Os “sutaques” não são o tema, penso eu, mas devo confessar que como falante não uso “bês” só uso bês pelo que esta “inbasão” carago, precisa de ser sustida.
(Já agora, “abstia-se” ainda leva hifen?)
Está a primeira série. Já tenho mais cinquenta.
Ainda ontem vi escrito ‘bianal’ em vez de ‘bienal’. Deve ser o antónimo de ‘bicéfalo’.
Espere pela “rentrée” – invariavelmente pronunciada como “riantrê” pelos(as) nossos(as) sábios(as) apresentadores(as) de televisão – ou será “telvisão” ?, já não cei (ou talvez çei).