Dá-me um veijo,meu amor…Pede-lhe ele num sussurro.Ha meses que n’um te beijo,meu estupor…Desde que fugiste co burro.😉 Responder
Beijo, quem? Ah, é …. Não beijo nada à minha frente, está tudo escuro. Provlema da lingua portuguesa. Chamam-se palabras…. homónimas? Responder
Valha-nos isto: ao menos, V. não escreve “a bebé” – nem, a seguir, corta o comentário de quem lhe aponta a calinada… Responder
Não veijo quando te vejoSe te bejo, falta um i, Se tu não me deres um beijo,Sou em quem te veijo a ti. Responder
Dá-me um veijo,
meu amor…
Pede-lhe ele num sussurro.
Ha meses que n’um te beijo,
meu estupor…
Desde que fugiste co burro.
😉
Num beijo onde é que esteije o erro. A menina Lionor é que é muinto egigente.
Munto izigente 🙂
Beijo, quem? Ah, é …. Não beijo nada à minha frente, está tudo escuro. Provlema da lingua portuguesa. Chamam-se palabras…. homónimas?
Eu às vezes (vezes demais) veijo o que não queria. 😉
Cuidado com o que veija, Mike 🙂
A palavra era ‘vejo’ 🙂
Ontem à tarde na Tvi (numa rubrica sobre medicamentos genéricos):
– Prencípio.
Foi a primeira bordoada desta série.
Valha-nos isto: ao menos, V. não escreve “a bebé” – nem, a seguir, corta o comentário de quem lhe aponta a calinada…
Um também para si, Leonor! ;=))
Outro, Luís 🙂
Não veijo quando te vejo
Se te bejo, falta um i,
Se tu não me deres um beijo,
Sou em quem te veijo a ti.
Ah poeta 🙂