Ah, La Sagesse de la Ignorance tragédia em um acto Presonagens: Patrão e Dactilógrafo
Patrão – Mas veja só que falta de cuidado, Sr Mário!O senhor escreve muma linha licença com c cedilha e na outra pôs licença com s
Dactilógrafo – Doutor, me desculpe o engano. Patrão – Está bem, mas corrija logo. Dactilógrafo – Perdão, patrão, mas qual eu devo mudar? Patrão- Ah, bem, pois é… ora o que está errado, naturalmente! “Millor” —– A Dora, Adora-va-o…. mas ele não a Adora-va-a (A Maya resolve o cazo)
Com dezenas de milhares de facultatividades e criações monstruosas filhas do «acordo», é tocante estar a passar 50 bordoadas na língua de Camões. Afeto, coutentes, ata, semirreta, coerdeiros (co-herdeiros), receção, perentório, peremptório, ator, arquiteta, etc, etc. são exemplos bem mais graves daqueles que passa. Em comum têm, mais imediata ou mais mediatamente a responsabilidade do estado português. E estas foram dadas contra o parecer de organismos públicos… ignorados sem qualquer justificação.
E assim sendo, o melhor é ignorar os erros porque o acordo ortográfico é o fim e princípio de todos os males da língua portuguesa? Parafraseando alguém ‘há vida além do Acordo!’
E que dizer de um jornal que começa uma frase com “Se houvessem mesmo eleições…”??? No I de hoje, página 3, a primeira frase do texto subordinada ao título “Quase 80% dos Gregos querem que o país continue na zona euro”. Estamos, definitivamente, perante a excelência do jornalismo.
Eu vivo há anos à espera que saia uma gramática a dizer que o verbo haver PODE ter duas pessoas, uma singular e outra plural. Está mesmo a pedilas, digo, pedi-las.
Bem çaca-da.
A-chas?
Ah, La Sagesse de la Ignorance
tragédia em um acto
Presonagens: Patrão e Dactilógrafo
Patrão – Mas veja só que falta de cuidado, Sr Mário!O senhor escreve muma linha licença com c cedilha e na outra pôs licença com s
Dactilógrafo – Doutor, me desculpe o engano.
Patrão – Está bem, mas corrija logo.
Dactilógrafo – Perdão, patrão, mas qual eu devo mudar?
Patrão- Ah, bem, pois é… ora o que está errado, naturalmente!
“Millor”
—–
A Dora, Adora-va-o…. mas ele não a Adora-va-a
(A Maya resolve o cazo)
Onde é que a Dora vai?
A-dora-va que não houve-se tantos e-rros 🙂
Adora-va,… vá, vá,… mais de-vagar que a coisa não é assim tão adorá-vel…;-))))
Em-bora herrar seja umano a-durei o herro.
Ahahahahahahah
Verda-de, herrar é umano
Hurrar é um ano.
Ahahahahahahahah
Com dezenas de milhares de facultatividades e criações monstruosas filhas do «acordo», é tocante estar a passar 50 bordoadas na língua de Camões.
Afeto, coutentes, ata, semirreta, coerdeiros (co-herdeiros), receção, perentório, peremptório, ator, arquiteta, etc, etc. são exemplos bem mais graves daqueles que passa. Em comum têm, mais imediata ou mais mediatamente a responsabilidade do estado português.
E estas foram dadas contra o parecer de organismos públicos… ignorados sem qualquer justificação.
E assim sendo, o melhor é ignorar os erros porque o acordo ortográfico é o fim e princípio de todos os males da língua portuguesa? Parafraseando alguém ‘há vida além do Acordo!’
A vida para além do «acordo» seria parecida com a vida para além do orçamento.
Agora que já sabemos, convém evitar.
As bordoadas têm graça, claro.
Ponha lá a «presidenta», como consta do site oficial da presidente brasileira.
Cu-herdeiros? Que los hay, los hay.
E que dizer de um jornal que começa uma frase com “Se houvessem mesmo eleições…”??? No I de hoje, página 3, a primeira frase do texto subordinada ao título “Quase 80% dos Gregos querem que o país continue na zona euro”. Estamos, definitivamente, perante a excelência do jornalismo.
Péssimo. Um destes dias ouvi o Martim Cabral a dar esse mesmo erro.
Eu vivo há anos à espera que saia uma gramática a dizer que o verbo haver PODE ter duas pessoas, uma singular e outra plural. Está mesmo a pedilas, digo, pedi-las.