28 comentários em “Cinquenta bordoadas na língua de Camões (3)”

  1. Se isso é aquele lucal onde esta semana ócórre a Festa dos Taboleiros, puzeste um ‘a’ a mais.

    E que tal, no fim, escreveres um texto usando todos os cinquenta termos? Havia de ser deliciosamente difícil de perceber 😉

  2. A jaa tirou-ma as palavras da boca!!!! huáhuáhuáhuáhuáhuá!!! Agora tenho de inventar outra!!!

    (coçando a cabeça……..)

    (coçando mais um bocado a cabeça……..)

    JÁ SEI!!!

    Sinhôra Lionor essa palavra eziste junto da imigrassão nos Steites quanto vão comprar tumates. Chegam à loija e dizem “give mi a quilo of Tumaras”.

    Tambaim quando se chateiam a cério costumam dizer “tu és um gaijo sem Tumaras, you know???”

    Como vê não é canelada, apesar das luzinhas daquele butão lá em baixo do “Verificar Ortografia” estarem no pisca-pisca e um smaile a dar bastonadas nele próprio

      1. jaa, de facto não há rigorosamente nada que o identifique com qualqer género. Não sei explicar porque é que fiz essa associação (claro que poderia arranjar desculpa fácil, mas não é o caso).

        As minhas desculpas

  3. Leonor, já reparou que as pequenas coisas da vida são as que nos atraem aqui? É tudo moscas a esvoaçar em lâmpadas lilases… (ou será lilazes?)

    Cumprimentos coriscos dos Açores

    1. Anda sinto o cheiro da região saloia, sítio onde vivi alguns anos depois de viver na Reboleira. E, aproveitando o comentário, obrigado pelas aprovações dos meus comentários. Mande mais caneladas no português que estaremos aqui para piorar a coisa… 🙂

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