Cinco Advogadas de Lisboa


fiodeprumo,

Não se fala de outra coisa. E porquê?! Porque se “entende” que a advocacia não pode ser tratada como uma marca de detergentes. Fossem homens e até se diria que a mensagem era original…

Não conheço nenhuma das visadas. São mulheres que decidiram romper com a tradição cinzenta da actividade que exercem. Sendo profissionais competentes e bonitas, ninguém lhes perdoa a exibição. 

18 comentários em “Cinco Advogadas de Lisboa”

    1. Pois eu gosto de mulheres bonitas, na tela, sim, mas especialmente ao vivo.
      O que não gosto é de anúncios pindéricos, ainda por cima com mulheres bonitas, como este.
      De resto, quem tenha dois dedos de testa e queira contratar serviços de advocacia, não se vai meter com pessoas que se apresentam com anúncios que mais parece publicidade de vendedoras de cremes para a cara.

  1. Salvo melhor e avalizada opinião:

    Acho que a “mensagem” foca mais os dotes físicos das senhoras do que o resto…
    Contudo:
    Sempre é melhor do que o lote da P.G. Republica

    !

    BOM NATAL E BOA CAUSAS

  2. perdoe-me a piada fácil, mas as senhoras não romperam com o cinzento, pois o video é todo nessa escala. não vejo mal nenhum em falar de serviços, enquanto se foca o sapato ou o vestido, é marketing, estratégia de venda. mas, sinceramente, também não vejo bem nenhum. na verdade, pouco vejo nesse vídeo.

  3. Não sei quem é que fala disto e nunca tinha visto o anúncio.
    Parece-me um anúncio perfeitamente aceitável e bem concebido. Não vejo qualquer razão para se falar especialmente dele.
    Mulheres a mostrar os seus dotes físicos é o que mais há em anúncios, neste não vejo nada de mais.

  4. É a primeira vez que vejo o vídeo (e vi sem som, pelo que o que vou dizer pode ser curto) mas… qual é o problema? A sério!

  5. Só para dizer que, se fossem homens, o tipo de publicidade me pareceria também totalmente deslocado e não me faria, de maneira alguma, por a hipótese de me tornar cliente.

  6. Helena,

    Esse vídeo é todo ele cinzento… 😀

    (não me leve a mal a piada de ocasião!)

    Cumprimentos e boas-festas!

  7. Tenho acompanhado esta peripécia com algum espanto e natural interesse.
    Pessoalmente acho a forma como foi feita esta publicidade de mau gosto, mas só isso, daí a achar que há matéria para instaurar processo disciplinar vai uma grande distância …
    Fico sempre de pé atrás com quem tem de alardear a sua competência e a exibição física parece despropositada no contexto em que aparece.
    A advocacia, tal como o país, passa por um período difícil e exemplo disso foi a forma pouco elevada como decorreu a campanha para as últimas eleições.
    Também não conheço nenhuma das visadas mas se esta publicidade é passível de ser sancionada então também o deverão ser as bojardas dos tubarões à porta do Campus da Justiça ou nos programas de TV que se dedicam a abrilhantar.
    Houve em tempos até quem entendesse que o Estado não devia legislar sem que o seu escritório fosse ouvido…
    O mau gosto manifesta-se de várias formas e a falta de senso também.

  8. Precisamente.
    Em Portugal a secreta união entre a cultura conservadora Salazarista e a cultura colectivista da Esquerda impede as pessoas de se diferenciar.

    Aí de quem o tente.

    Bom que elas fizeram um anúncio, não me convenceu mas a construção de reputação, ou seja da diferença, odiada pelos conservadores que não querem novos concorrentes e pela esquerda igualitária do Estado Social que não quer concorrência alguma é essencial para uma pessoa e não um burocrata por nós poder escolher.
    A tal sociedade civil forte de que tantos falam, mas que quando vêem algo diferente desatam a disparar.

  9. Lá que são bonitas, é verdade.
    Se os advogados não podem publicitar a sua actividade, e continuando elas a ser bonitas, que devo eu pensar sendo elas advogadas?
    Às mulheres tudo lhes fica bem – saias, calças, saltos, sabrinas, melenas, cabelos à joaozinho, circunspecção, comunicação aberta, pequeninas, compridas, novinhas, maduras…
    Também têm de poder burras?

  10. Que chatice, resolveu não publicar o meu comentário, o que é inédito neste blogue. E só perguntava, inocentemente, como sabe se elas são “competentes” se “não as conhece”?…

    É assim a escrever livros e não se acha pretensiosa como a maioria dos que escrevem livros?

    Detesto pedantismo, e intelectual então…

    1. Caro Zé Luís, como saberá, as pessoas que escrevem no Delito de Opinião têm vidas pessoais. Estas podem permitir em alguns momentos mais tempo para ler/aprovar/responder a comentários e noutros menos tempo. A Helena certamente teve pouco tempo e, por hábito, não verificamos muito os comentários aos posts do outros autores.

      O seu comentário revi-o eu e aprovei-o. Lamento o atraso. Lembre-se é que nesta altura talvez haja outras coisas mais importantes para a maioria de nós (e certamente para si também) que a revisão dos comentários.

      Abraço e boas festas.

  11. Da primeira vez que vi o vídeo achei diferente e desempoeirado e que fora uma boa estratégia de marketing .
    Desencantei- me com as mensagens subliminares. Posso ser só eu, mas passa a ideia de oferta dum serviço completo… Não me parece deontologicamente correcto.
    Bom Ano Novo !

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