![01-heavy-rain-data[1].jpg 01-heavy-rain-data[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2019/21620421_45K7A.jpeg)
Raio de chuva, raio de frio: ela e ele não desgrudam. Andamos há dois meses nisto. Só vejo uma vantagem: por estes dias continuamos sem ouvir alarmantes prédicas sobre o «risco de seca extrema» nem inflamados pregões de alerta contra o «aquecimento global».
Os pregadores devem estar à lareira, de mantinha nos joelhos. Zeus os conserve assim. Para sossego deles – e nosso.

Que se queixe dos exageros dos “pregadores”, compreendo.
Já que se queixe do tempo que tem feito, indicia que perdeu a memória doutros tempos, talvez acomodado ao bem estar urbano e afastado das raízes que, muito a custo, nos vão sustentando.
Que chova, que vente, que neve, que geie…até que, abundantemente, brotem as fontes e floresçam os montes.
Amen!
João de Brito
Concordo consigo.
Eu posso resmungar, porque me atrapalha o quotidiano citadino e faz multiplicar acidentes e engarrafamentos.
Mas precisamos muito da chuva. Para os solos, para as barragens e para moderar as ladainhas dos pregoeiros climáticos.
Chuva sim, mas não (dizem) em todo o País.
Quanto ao frio, não acho. Está ameno, ainda mais para a altura do ano.
Temos concepções muito diferentes de tempo ameno, está visto.
Acho este Inverno (tal como foi o anterior) ameno em termos de temperatura.
Lembro-me a acordar todos os dias de Inverno com 0º ou menos, com um griso que nem os pés conseguia pôr fora da cama.
Ou isso ou um tipo habitua-se.
(aquela malta lá do Marão, quando aparece um jornaleiro de Lisboa a perguntar-lhes pelo frio, também perguntam qual frio)
A gente vai-se habituando, estou certo disso.
Quando mudei para o actual apartamento onde moro, há 12 anos, passei dois invernos muito penosos. Tinha mudado dum prédio dos anos 90 para outro dos anos 50, na mesma cidade – o que faz muita diferença atendendo aos materiais de construção. Mas no terceiro ano já passei muito melhor.
A nossa adaptação ao meio ambiente é muito maior do que imaginamos. O que fica bem patente quando somos postos à prova.
Mudou para melhor, Pedro. Para os lados da av. de Roma, Alvalade? Campolide? Bem bonito, descer essas avenidas até, mesmo, lá abaixo, à Praça da Figueira…Chiado…c´um catano, o tempo voa…
Por vezes saía do Campo Grande, só parando no Terreiro do Paço. Doutras, de madrugada, com malta amiga do ISA,, subíamos a Almirante Reis, até ao Campo Grande….era andar, falar, fumar, beber, e o diabo a quatro…ainda me lembro de subir, correndo, uma dessas ruas, em cuecas…Intendente? Não me parece, sei-a próxima a uma praça, de táxis, um jardim, ao lado, e o Técnico adiante…manchando uns sapatos de vela, “benzocas”, acostado, mais tarde, ou cedo, depende, num sofá amigo, bebendo, de uma terrina, Compal pêssego…
Lisboa deve continuar fantástica em ebriedade.
Para os lados da Av. Roma, com ou sem subida das águas, restam-nos sempre os pastéis de massa tenra.
Já fui cliente regular, lá na Frutalmeidas.
Os Pastéis de Chaves?
Agora marchava um.
Ou dois.
“Lembro-me a acordar todos os dias de Inverno com 0º ou menos”.
Todos os dias? Que exagero.
Mas repare que o Inverno, com letra grande,ainda não chegou. Aguardemos para depois falarmos.
O Inverno começa a 22 de Dezembro, ainda faltam 4 dias.
lucklucky
Este ano começou mais cedo. Excepto para os negacionistas climáticos, que negam o frio e dizem que isto parece Verão.
Deve viver num sítio diferente do meu. As temperaturas têm estado dentro das médias para estes meses e a pluviosidade muito abaixo.
É cómica a atitude de negar tudo com o nosso incómodo. Se molhei os sapatos então choveu muitíssimo, se tive de ir buscar o casaco mais grosso ao armário, então estamos na idade do gelo.
Até já nevou na Madeira – algo que ocorre com raridade. Estes negacionistas climáticos enfrentam há dois meses um Inverno antecipado e imaginam-se a dançar o hula-hula numa ilha tropical.
Tente sair de “casa”…vá lá dar uma volta, pelo mundo…Cataratas de Vitória, que tal? Arranjo-lhe bilhete de ida…dê-me uns dias, talvez.
As cataratas estão quase secas nesta época.
Cirurgia e Liposic
Isso é para as dondocas do BE.
A chuva é bem necessária, e até tem sido bem pouca quando comparada com o que era usual há umas décadas. Ainda me recordo das grandes chuvadas que ocasionalmente caíam sobre Lisboa, e que nos úlimos anos deixaram, pura e simplesmente, de existir.
Mas, além de a chuva andar a escassear, o frio também tem escasseado; ainda não houve na minha terra qualquer geada, e elas bem necessárias são para matar as pragas e para desencadear a floração de algumas plantas.
Lavoura pede chuva. Compreendo.
Se as geadas matassem as pragas com células cinzentas, quem sobreviveria?
Há geadas homicidas? Ó diabo, a “emergência climática” está pior do que eu pensava.
Bem.. há a geada islâmica — tem dado na tv
Mau tempo no pantanal.
Geada islâmica, genial
Geadas já aconteceram fracas, o que nasceu e muito este Outono foram os cogumelos. Talvez explicado por existirem muito mais períodos de humidade mesmo com pouca chuva que no ano passado.
lucklucky
Sim, há cogumelos com muita abundância.
“Zeus os conserve assim. Para sossego deles – e nosso.”
Goze, goze. Não sei a sua idade nem se esta lhe permite chegar ao ano 2050. Nesse ano acaba o mundo. Já esteve para acabar no ano 1000, mas desta vez é a sério. Tome cuidado. Os que têm a noção da proximidade do fim do mundo não acendem lareiras porque isso anteciparia o fim em cerca de 5 anos devido à produção de não sei quê carbónico. Com coisas sérias não se deve brincar.
Quem sou eu para duvidar da palavra de Júpiter?
Sempre me estranha que gente razoável seja tao pouco razoável quanto às mudanças climáticas. Se posso perceber o desagrado em relação aos aproveitamentos económicos, políticos ou sociais da mudança climática, perceber a incomodidade de ter “meninos pimpolhos” a dar lições de moral ou ainda perceber a falta de vontade de mudar hábitos que no fundo não são mais que uma gota no oceano, o que não posso perceber é a negação pura e rotunda dos factos (deveria escrever “fatos” que seriam mais próximo de “fatum”).
Talvez um dia perceba. Até lá acho uma pena ter pessoas inteligentes no mesmo saco que energúmenos (que não são) pelas razões erradas.
Enfim, um desabafo…
Você já tem 16 anos para arrotar tantas postas de pescada?
???????
Desculpe o meu comentário e pode apagar. Não estava consciente de que a secção de comentários do DdO fosse uma peixaria, muito menos da sua parte. Evidentemente, este trata-se do meu último comentário a um post seu com pena minha.
Se se ofendeu pela palavra “energúmeno” posso precisar, como o fiz no comentário inicial, que o epiteto não lhe é destinado. Ou melhor, não era, visto o nível da resposta.
Já percebi que hoje está com alguma dificuldade em detectar ironia. É um mal em doses galopantes nos dias que vão correndo.
Internet e ironia não rimam, de forma alguma.
Caro Peregrino:
Não divide, isto vai mesmo acabar nos ano 2050. Só não sei é se o Pedro Correia aguentará até lá para assistir ao estoiro.
Só acredito quando Saturno se pronunciar.
Meu caro, no Alentejo, nem pinga de água (só pinga, da boa)
Veja para lá do reposteiro da salinha de estar.
Ainda agora estive no Alentejo. Apanhei chuva a semana inteira. Mas não o vi por lá.
Já viu a nossa sorte! Aquilo é grande.
Aos da “Capital”, o Alentejo, e o Algarve, estão em seca. As relvas clamam, ainda, a Jahbulon.
Atravessei meio Alentejo e vi pasto verdejante em todo o lado. Ovinos e bovinos em abundância, um regalo para os amantes da boa carne. Mas também não faltam bolotas para os restantes.
E caprinos, Pedro, por todo o lado, de palatos exigentes.
Já dizia a minha avó: “em todo o rebanho de ovelhas há sempre pelo menos uma cabra.”
E é bem verdade. Em sentido literal e metafórico.
Todos os anos se repete o ritual. Mortinhos que estão para aumentar o preço da água, duas semanas antes da chuva começar lá vem um sub secretário de estado alertar: as pessoas são umas irresponsáveis por não fecharem a torneira enquanto tratam da higiene bucal, Espanha conspira contra nós, a culpa é de todos.
Transvases em Portugal só se for por camião cisterna.
Há subsecretários de Estado vocacionados para isso mesmo: meter água.
Faz sempre falta.
Muita chuva e muito frio são também manifestações do desarranjo climático.
A única solução,antes da final,é lutar,lutar muito contra todo o carbono a mais.
Devíamos até começar a legislar, ameaçar quem carbonizar, a pensar em
reduzir os carbonos a pontos de haver um défice deles , a modos de poupança para os tempos de negaças liberais globais.
Abaixo o carbono , viva o oxigénio eco-orgânico.
Chuva no Outono e no Inverno é “desarranjo climático”? Não falta seguramente quem pense assim.
No mês de Novembro estava a almoçar em Pias por motivos profissionais e chovia a bom chover. Comentário de um dos comensais da terra “Estão a cair notas de 50€”. Nós os citadinos estamos, de um modo geral, longe desta realidade.
Cumprimentos
Jorge Delgado Nunes
Percebo muito bem essa sábia gente. Cheia de razão.
Daí já ter contestado no DELITO, mais de uma vez, a equiparação da chuva a “mau tempo” nos noticiários televisivos.
O Pedro, no texto-desabafo, tenta desmontar a teoria das alterações climáticas, montado na Elsa. Mas pronto, confesso, é técnica ardilosa. Não tarda serão 40, 5 meus.
Consta que a Elsa vai bufar com mais força aí para as suas bandas. Cuidado com a moçoila, que parece ser endiabrada.
Não me importo, desde que não morda. Bufe, sopre, o que a Elsa quiser
Outras só prometem, mas esta cumpre: chuva, vento e frio no preciso momento em que escrevo.
Para os negacionistas, estamos numa soalheira e sufocante tarde de Verão.
O habitual Pedro. Chove e vens logo arengar contra quem avisa sobre as alterações climáticas.
É este o tipo de posts que propagam a ignorância e fazem esquecer a emergência que existe. E que será infelizmente ignorada.
Se aplicasses a mesma lógica ao teu clube, terias deixado de te queixar do Bruninho assim que o teu clube vencesse 2 ou 3 jogos seguidos…
Eheh. Já cá faltavas. Só apareces quando eu falo em chuva. De resto, primas pela ausência.
Nada de novo. Chamar ignorantes aos colegas é algo que te deve dar tesão.
“Chamar ignorantes aos colegas é algo …” Não goze, olhe que desta vez não é como no ano 1000. Se não fechar a torneira ao lavar os dentes o mundo acaba mesmo no ano 2050. Apesar disso em 2060 ainda teremos negacionistas. Nem depois do Amargedão se convencerão.
Como habitualmente, nem um argumento.
Algo de novo é a deselegância.
Já leres o que te apetece é também habitual. Não te chamei ignorante, disse que estes posts propagam a ignorância. E ignorância não é defeito. Todos somos, em primeira aproximação, ignorantes sobre tudo. Não querer aprender é que é pior.
Quanto à assiduidade, avisei em tempos que seria complicada e não te incomodou. Se passou a incomodar tens boa solução. Eu “sirvo” ao prazer de sua majestade.
Toma lá um argumento então. Essa emergência é sobre quê e como é que querem arrefecer o planeta? Mais impostos? Acho que ainda não perceberem que enquanto não houver provas científicas de que A leva a B (provas científicas mesmo, não é links para blogs que ninguém conhece) não conseguem encontrar uma ferramenta que restitua o planeta a um ponto antes de A. Deixar de produzir para voltarmos a andar de turbante e burra como no tempo de Abrãao??? Foda-se mais vale morrer sufocado.
Deixem-se de modas: o planeta está-se a cagar para vocês os veggies todos.
Olha, deita a merda do telemóvel fora que eu não quero buracos nas minhas serras em Trás-os-Montes. Isso sim está ao teu alcance fazer. Fazer o bem logo ao teu lado está ao teu alcance. Agora dizer mal do capitalismo resolve alguma coisa? Querer mudar o mundo em abstracto resolve alguma coisa?
O chorrilho de disparates que escreveu é um argumento?
Escrevi acima que a ignorância não é defeito. Querer permanecer nessa ignorância, por preguiça, imbecilidade ou cegueira, é que é o problema.
As provas científicas estão mais que dadas, conhecidas e são irrefutáveis. Onde elas são questionáveis é normalmente no facto de os cientistas estarem a ser excessivamente conservadores nas previsões. Se não as quer ver é consigo.
PS – não sou vegan e não referi capitalismos. O capitalismo em si não é o problema, a forma como a economia sim.
E tem razão, o planeta está a cagar-se para todos nós que lhe ligamos. Está iguamente (nem mais nem menos) a cagar-se para si. Há uma diferença: eu não me estou a cagar para si. O seu bem estar também me importa. Já você ou se está a cagar para mim ou preferiria que eu me calasse.
Um tipo pega numa vassoura e põe-se a tentar equilibrá-la, escova para cima, na palma da mão … vai a vassoura e oscila para a esquerda, ele compensa com um movimento rápido para a direita, a seguir o caprichoso objecto inclina-se para a direita, enquanto as gotas de suor começam a escorrer têmporas abaixo do artista, agora outra vez à esquerda, à direita, (cada vez mais rápido, está quase a cair) … e CABOUM!!…
Antes da vassoura se estatelar, um ano chovia a cântaros, outro nem pingo de chuva, que isto perto dos pontos de bifurcação e dos pontos de equilíbrio instável a variabilidade dinâmica é mais pronunciada, e é assim que a transição se anuncia … Nos entretantos, São Pedro vai fazendo o melhor que pode, equilibrando o raio da vassoura enquanto puder …. Enquanto durar o espectáculo não há espectador que se entedie.
E se a vassoura não servir vai de esfregona.
O maior erro é dizerem que não há planeta B. É que há. O que não há é lugar para todos.
Se te chegares um bocadinho mais para lá, arranja-se espaço.
” arranja-se espaço.” O crescimento é exponencial. A partir de certo ponto nem chegando-se para lá. Acotovelam-se. O Planeta não explode nem acaba senão daqui a biliões de anos. Mas muito antes, algo acontecerá para diminuir a população. O excesso de humanos é a fonte última de todos os problemas chamados ambientais.
É bom sinal que estejas preocupado com o fim do mundo.
Infelizmente, há muito mais gente preocupada com o fim do mês.
“há muito mais gente preocupada com o fim do mês.” Boa piada. Nessa não sou negacionista.
Não é piada, é pura verdade.
“é pura verdade.” Pois, por isso é que nessa não sou negacionista.
E por falar nisso: o fim do mês já se aproxima.
lol
O Pedro queixa-se de que chove sem parar, mas o facto é que ontem praticamente não choveu em Lisboa. E hoje vai pelo mesmo caminho. Caem ocasionalmente umas pinguinhas fracas, o céu está muito escuro, mas chover mesmo, não chove.
É esta a seca que nos está destinada pelas alterações climáticas.
No último mês e meio houve 32 dias de chuva em Lisboa. Nem se registou o habitual Verão de São Martinho: nessa altura choveu também.
Acabo de ver as previsões meteorológicas para os próximos dias: chuva e vento forte em toda a faixa ocidental da Península Ibérica.
Os negacionistas climáticos, que repetem o chavão “risco de seca extrema” mesmo debaixo dum temporal, têm pelo menos uma vantagem em relação aos restantes mortais: saem sempre de casa sem guarda-chuva.
Como eu os invejo.
as previsões meteorológicas para os próximos dias: chuva e vento forte
Mas há uma grade distância entre as previsões e aquilo que na realidade se verifica. É verdade que está a haver vento forte em Lisboa, porém chuva, é muito pouca.
Se há coisa que carateriza os últimos anos em Lisboa, é o crescente distanciamento entre as previsões e a realidade: os meteorologistas prevêem com frequência chuva mas ela depois não se manifesta.
No último mês e meio houve 32 dias de chuva
No meu comentário referi-me ao dia de ontem, no qual praticamente não choveu, contrariamente ao título bombástico do post. Não me referi ao último mês e meio.
Nem percebo como é que 90% das pessoas com quem já me cruzei hoje transportam guarda-chuva. Deve ser algum fetiche, pois os negacionistas climáticos garantem-nos que não chove.
Será que, 24 horas depois, o leitor negacionista Lavoura continua a jurar que quase não chove em Lisboa?
“Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol.
Ambos existem; cada um como é.”
Venham as estações. Todas as quatro. Cada uma com a sua beleza e as suas agruras. Cada uma á sua maneira a completar ciclos de vida.
Assim é que eu gosto: cada estação no seu lugar.
Por mais que os negacionistas climáticos insistam em dizer que parece Verão quando está Inverno.
Nem repararam que este ano não houve Verão de São Martinho. Aí a tradição não se cumpriu.
Na Beira Baixa só agora as ribeiras começaram a correr.
Até aqui as terras absorveram toda a água que caiu durante o mês de Novembro que para aqueles lados não foi assim tanta.
Posso mesmo avançar que no dia 8 deste mês vi poços no vale da serra da Gardunha completamente secos.
Entretanto pela capital já se falava de água a mais…
O costume portanto…
Meu amigo, como bem sabemos, parte da Beira Baixa é desde há séculos uma das zonas mais secas do País.
Como é parte do Sotavento algarvio que confina com o extremo sudeste do Alentejo.
O que aliás está patente na literatura portuguesa.
Cito, a título de exemplo, dois romances: ‘A Noite e a Madrugada’ (1950), de Fernando Namora; e ‘O Vale da Paixão’ (1998), de Lídia Jorge, que situa a acção, essencialmente, nas décadas de 50 e 60.
Estas zonas microclimáticas não devem, no entanto, fazer-nos tomar a parte pelo todo.
Para um negacionista, este mês de Dezembro é propício a excesso de exposição ao sol e a sufocantes temperaturas superiores a 30 graus Celsius.
Terá que se informar melhor acerca das alterações climáticas para não ter estes percalços…
Já passou a fase do “trinta e um de boca” e não há cá desculpas para não se estar informado. A desinformação somente interessa a muitos dos nossos estimados decisores, que agradecem todo o tipo de colaboração: poupa-lhes trabalho e torna-lhes a vida muito mais fácil quando tomam decisões que,a longo prazo, só nos vão trazer problemas.
Tome cuidado, esta tarde, com o excesso de exposição solar. Este tempo quente e seco greta a pele.