![file_20121109104835[1].jpg file_20121109104835[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576900_zpO0F.jpeg)
«O Conselho Nacional Eleitoral [CNE, venezuelano] anunciou domingo [30 de Julho] que o madurismo conseguira 8.089.320 votos, apesar das estimativas da oposição (2,5 milhões de votantes) e da Procuradoria-Geral da República, que duvida de que tenham votado mais de três milhões de pessoas. A agência Reuters assegurou, citando fontes internas do CNE, que hora e meia antes do encerramento oficial das urnas só tinham votado 3,7 milhões de venezuelanos, um valor que coincide com a sondagem à boca das urnas realizada pela empresa Torino Capital.»
![Flag_of_Venezuela[1].jpg Flag_of_Venezuela[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576944_wZjId.jpeg)
«Vinte técnicos da Smartmatic abandonaram o país em 48 horas, receando passar a engrossar a lista de 620 presos políticos confinados às masmorras de Maduro. As mesmas semanas onde regressaram, esta semana, o líder opositor Leopoldo López e o alcaide metropolitano de Caracas, Antonio Ledezma. As suas detenções, de madrugada e com violência no segundo caso, confirmaram que o regime não recua nem um milímetro na estratégia de radicalizar a revolução.»
![maduro2[1].jpg maduro2[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576961_Z39WI.jpeg)
«Luis Emilio Rondón, o único membro não-chavista do CNE, denunciou, tal como técnicos eleitorais, a falta de controlo e a ausência de tinta indelével para marcar o dedo dos votantes, bem como a autorização dada à última hora para se votar em qualquer mesa de voto do município. Era impossível, desta forma, evitar o voto múltiplo. O sistema permite que uma pessoa vote cinco vezes antes de a bloquear. Só a presença de testemunhas da oposição o teria impedido.»
![Flag_of_Venezuela[1].jpg Flag_of_Venezuela[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576944_wZjId.jpeg)
«As eleições para a Constituinte passam a encabeçar a lista de escândalos eleitorais na América Latina. “Confirma-se a maior fraude eleitoral da história da América Latina, em percentagem e em milhões de votantes”, atacou Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos. (…) Seria necessária uma auditoria para determinar a participação verdadeira. A mesma auditoria que o regime já rejeitou.»
![rtx24qbf[1].jpg rtx24qbf[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576970_LhCLs.jpeg)
«O drama venezuelano ganha contornos trágicos, devido ao banho de sangue que custou a vida a 16 pessoas durante o fim de semana. Desde o início dos protestos, houve 121 vítimas mortais e 2000 feridos. Os detidos já ultrapassam a barreira dos 5000, boa parte julgados em tribunais militares sem quaisquer garantias.»
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«Na Venezuela a crise política decorre em paralelo com o vertiginoso descalabro económico. Os economistas asseguram que a inflação está prestes a superar a barreira dos quatro dígitos para se converter em hiperinflação, depois de o Fundo Monetário Internacional ter alertado que o PIB cairá 12% este ano. A escassez e a escalada dos preços pulverizaram a algibeira dos venezuelanos e lançaram centenas de milhares num êxodo forçado, incluindo os portugueses.»
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«O assunto do dia em Caracas, para lá da manipulação das eleições, é outra escalada: o dólar no mercado negro disparou para a estratosfera económica. Há um ano, uma nota verde americana valia mil bolívares no mercado paralelo. Na semana passada caiu a barreira histórica dos 10 mil bolívares por um dólar. Ontem a cotação em Caracas era de 17.900 bolívares.»
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«Entre os 545 delegados constituintes inclui-se a mulher de Maduro, Cilia Flores. Com ela estão os nomes de quase sempre: o radical Diosdado Cabello; os ex-ministros Delcy Rodríguez, Iris Varela, Aristóbulo Istúriz, Adán Chávez, Carmen Meléndez e Ricardo Molina, entre muitos outros. Na Constituinte estarão também duas promesssas de grande “brilho”: o filho do Presidente, Nicolás Maduro Guerra, e o seu ajudante de campo, o tenente Juan Escalona. Como de costume na revolução, fica quase tudo em casa.»
Trechos dos artigos de Daniel Lozano – correspondente na Venezuela – publicados este sábado no Expresso. Sublinhados meus.
![images[9].jpg images[9].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20576966_n3i04.jpeg)

Pedro que tal relembrar Rafael Correa? Acção-Reacção. Não façamos dos golos marcados nos últimos 5minutos o resultado final…..condenando, eu, Maduro faz-me confusão toda a visão monolítica. Nunca revela inteligência, nem bom senso….e dói, de humilhante,para quem de fora assiste…toda a explicação simples é simplificação de um pensar, apenas, automático
Sou contra toda a visão monolítica. Por isso sou contra Maduro, que impõe à força o monolitismo na Venezuela. Apoiado nos canhangulos da tropa, transformada em força repressora, e estribado em mais de 120 cadáveres de jovens venezuelanos, mortos por defenderem a liberdade.
Chove em Caracas. Estou a ver que compartilha o desejo de alguns (e não são poucos).
Compartilho os desejos de liberdade e prosperidade da grande nação sul-americana, oprimida pelo caudilho Maduro e pela sua ditadura militar, com o apoio envergonhado do PCP e do jornal ‘Avante!’.
Errata: onde diz “envergonhado” leia-se “vergonhoso”.
Este também é um vergonhoso envergonhado madurista Anónimo… Um “aventista” militante!
Mais um nostálgico da Stasi. São poucos mas patrulham a Rede como se fossem muitos.
Para os comunistas há lembrar:
Nem Salazar chegou a tanto…
A Venezuela parece uma nova Geringonça.
Há que bater nela p´ra ver se cai.
Mas, tal como aquela, pode não cair.
Veja-se a demoníaca Coreia de Norte que agora é considerada negociável!
Sugiro um outro tema para variar:
– Que tal o seio aumentado da adepta benfiquista no Estádio da Luz?!
João de Brito
Há quem goste de ver ditaduras cair e há quem prefira ver democracias implodir.
Os últimos aplaudem o ditador Maduro. Indiferentes ao sofrimento de um povo que resiste à tirania – pagando com isso o preço da própria vida.