Ou muito me engano ou Paulo Rangel começa a revelar uma outra faceta escondida. Se estava contra, porque votou a favor?
Será que ainda vou engolir o que sobre ele escrevi desde 2007?
Ou muito me engano ou Paulo Rangel começa a revelar uma outra faceta escondida. Se estava contra, porque votou a favor?
Será que ainda vou engolir o que sobre ele escrevi desde 2007?
Ganhar uma eleição tem destas coisas.
E escreveste o quê, pode saber-se?
Ó perguntadorzinho, vou dar-lhe uma informaçãozinha que você anda a pedir há um tempinho: quando lhe parecer que perdeu um comentário aqui, se calhar fui eu.
Muito me espanta que lá pelo grupo parlamentar do PSD não exista ninguém que tenha bons contactos na presidência para evitar estes embaraços. Já conteceu com o Estatuto dos Açores, agora com a lei de Financiamento. Não há ninguém que diga que sabe de fonte segura que Cavaco torceu o nariz para a esquerda quando lhe falaram desta lei e que torcer o nariz para a esquerda ou coçar o queixo quer dizer que tem dúvidas e por isso é melhor não votar a favor?
Oh Cristina então não se está mesmo a ver que “derivado” da relação pessoal existente entre Cavaco e a Manuela, diz que eles até mal se falam, não vá alguém pensar andam a combinar coisas? Agora a sério, para mim não é líquido que Cavaco vetasse à partida esta lei. O clamor geral foi de tal ordem que o obrigou a vetar, é o que penso.
Concordo com Ariel. Toda a gente esteve de acordo com esta lei; foi o clamor dos comentadores políticos que a derrotou.
O Presidente da República, talvez a pensar na sua reeleição daqui a um ano, rendeu-se a um populismo baratucho.
“Numa matéria tão estruturante como esta, a unanimidade é importante”.
Isto são palavras de paulo rangel, segundo o DN.
Eu pergunto.
Será possível que os governos quando estão no poder, não façam uma qualquer lei que não seja também ESTRUTURANTE para o país e que a UNANIMIDADE de todos os partidos seja também importante, para o bem de todos, NO país???
Nas leis, a oposição vota contra.
Nos dinheiros, são todos uns amigalhaços…..
…. portanto este “vira cas(v)aquismo” de rangel, não me admira nem me surpreende.
Sopra-se para onde dá mais jeito…..
Como a Cristina lembra, e bem, já por ocasião do estatuto dos Açores houve uma clara derrapagem do PSD relativamente à posição do Presidente da República: ainda tentaram emendar a mão, mas já era tarde. Repetiu-se a falta de sintonia, por inabilidade política ou algo pior, a propósito da lei do financiamento dos partidos. A emenda agora ensaiada é pior que o soneto. E Paulo Rangel, enquanto líder parlamentar do PSD, tem especiais responsabilidades nesta matéria. Fica-lhe mal dar agora o dito por não dito. Devia assumir o que votou e a forma como votou e mandou votar.
Meus caros cmentadores , só vos digo uma coisa: o deslumbramento por vezes dá nisto. Por isso me lembro daquele ditado popular ” atrás de mim virá quem de mim bom fará”. Os últimos 15 anos da política portguesa tem demonstrad a veracidade do aforismo.