On n’oublie jamais. On ne peut pas oublier. É preciso lembrá-lo, hoje e sempre, em qualquer lugar e a qualquer hora. A provocação é um direito que importa defender. Longa vida ao Charlie Hebdo.
Charlie
Sérgio de Almeida Correia,
On n’oublie jamais. On ne peut pas oublier. É preciso lembrá-lo, hoje e sempre, em qualquer lugar e a qualquer hora. A provocação é um direito que importa defender. Longa vida ao Charlie Hebdo.
Tretas. Não está nenhum Mohamed na capa.
Bravo!
Precisamente porque não está nenhum Mohamed na capa.
A provocação é um direito.
A intolerância, não!
«A provocação é um direito»
A estupidez é outro direito.
O Charlie Hebdo rendeu-se e submeteu-se aos Terroristas desistindo de publicar mais cartoons do Mafoma!
O Charlie Hebdo resolveu assim âbandonar o mundo livre que faz resistência aos Terroristas e emparceirar com o único ocidental que também se rendeu José Luiz Rodrigues Zapatero!
Que dois!
Pois… A representação de Deus – há-de ser isso – parece seguir, com a excepção daquela coisita na cabeça, as linhas cristãs. Um ano depois, assinalando o que (julga-se) se assinala.
É medo, no país da “submissão”? Insulto será. Mas de absolutamente desastrada pontaria.
Costa
Aquela coisita na cabeça são os símbolos principais da maçonaria actual
Bem sei, bem sei… Perdoará se o ofendi. Mas quem quer ser secreto nos membros e ritos, muito sigiloso pelo menos, arrisca-se a designações assim. Seja como for, um curioso cuidado, naquela capa, em tocar todos (enfim, não exactamente) menos os que entraram por ali literalmente a matar.
Medo ou, de facto fina (tão fina que, diria, se arrisca a ser excessiva, incompreendida ou sinal do poder de intimidação desses que mataram) ironia e provocação?
Quanto ao que leio num comentário abaixo, é certo que se rejeita a representação antropomórfica, ou outra, da divindade. Ou não fossem os cristãos, consta, uns idólatras. Mas ainda que nos curvemos em respeito (não reciprocado) por esse preceito, não faltarão no acervo do Charlie Hebdo representações do profeta, ou com ele identificáveis. Ou de alto dignitário, pelo menos.
Por exemplo na capa do número 1178, de 14 de Janeiro de 2015, de que guardo cuidadosamente um exemplar. Ou, ainda de forma mais explícita, na página dois dessa edição. Onde, em nome da correcção por estes dias exigível, até figuram, juntas, representações das três grandes religiões monoteístas.
Costa
Agora fiquei confuso – se a ideia (ao que parece) é dizer que Deus é assassino, queriam que representasse como? O Islão, ao contrário do Cristianismo, não tem características antropomórficas (i.e. Deus não se parece com o homem – aliás, Deus não se sabe como parece é a posição islâmica).
Meta um tipo com umas vestes e o crescente e vai ver que eles entendem.
Ilustração travestida.
Como quem diz: “vcs sabem de quem eu estou a falar…”.
Não estarão a “puxar” pela rapaziada “CABUUUMMM!!!”?…