Chapeau!


Ana Vidal,

 

 

Gosto de gente honesta e com Valores, venha ela da esquerda ou da direita.

É esse o meu partido.

18 comentários em “Chapeau!”

  1. trouxe 200mil réis que dispendeu em peitas

    errou as poldras a todos, como bisonho e achou-se branco e sem branca na bolsa

    mas rico em valores para melhor armar os paus noutra ocasião

    Anónimo Século XVI….
    num sei se me fiz entender

    pro va vel mente num
    pro vale de azevedo

  2. Sem a mais pequena dúvida. Na ocasião, assinalei o mesmo (não no DO), porque o discurso da honestidade não precisa de parecer populista. E, como agora dizes, também não precisa de ser de direita ou de esquerda.

  3. Isso mesmo, Ana. Bem assinalado! Precisávamos todos de olhar mais para o essencial, que nos une: um sentimento de regeneração qualquer, que está mais nas pessoas do que nos partidos.
    Ah, já sei, é isso mesmo: um sobressalto cívico…. 🙂

    1. Muito mais nas pessoas do que nos partidos, Laura. Há gente boa em todos eles e seria óptimo podermos contar com todos neste momento tão decisivo do destino nacional. Infelizmente há gente que não presta em todos os partidos também, e – infelizmente – é quase sempre a que se apressa a chegar-se à frente…

      1. Estava na altura de essas pessoas começarem a ter uma fila considerável de concorrentes, na hora de «se chegarem à frente». Teriam o caminho mais dificultado. Agora encontram-no demasiado livre: esse é o nosso calcanhar de aquiles e o mais difícil de modificar. Só mesmo, talvez, pela via da «ideia» de participação cívica.

  4. Ana, o roubo não foi legalizado apenas no nosso parlamento. Também foi legalizado no parlamento europeu.

    1. Eu sei, António, e por isso mesmo: Miguel Portas fala contra os seus próprios interesses, quando diz o que diz. E começa por dizer “o orçamento que acabámos de aprovar…”, com certeza com o seu voto contra.

  5. Populismo, inveja social, mesquinhez, é o que lhe chamarão alguns. Eu estou contigo, Ana. Trata-se de uma questão moral e as questões morais não devem ser exclusivo nem da direita nem da esquerda.
    Esteve muito bem o Miguel Portas.

    1. É o que acho, Teresa. E aplaudiria da mesma forma qualquer outro que dissesse o que ele disse. A moral e a ética são transversais aos partidos políticos.

  6. Acabamos de ouvir o ministro dos assuntos sociais do futuro governo do Bloco de Esquerda. Mas vindo de quem vem, não passa de demagogia barata.
    Como o camarada dele Rui Tavares que doa parte do ordenado para bolsas de estudo, mas não se esqueceu de escrever isso no jornal.
    E no dia 12 lá estarão eles a descer a Avenida. Mas quantos empregos é que eles já criaram? É dificil explicar aos desempregados que o facto de BE+PCP terem quase 20% dos votos neste pobre país,(caso unico no mundo democratico), é uma das razões porque Portugal tem 700 mil desempregados dos quais metade com menos de 40 anos. Quem é que faz investimentos e cria postos de trabalho num país assim?
    Tambem acho curioso que uma das palavras de ordem da manif do dia 12, seja contra a precaridade no emprego que a maioria deles não tem.

    1. Alexandre, não vai haverá um futuro governo do Bloco de Esquerda. Pelo menos quanto a isso, penso que pode ficar descansado (e eu também, pode crer).
      Quanto à manifestação, já me desiludiu a colagem dos partidos políticos, e para esse peditório não dou. Apesar de tudo, continuo a achar muito positivo que alguma coisa tenha feito esta “geração à rasca” levantar o rabo do sofá de casa dos pais e vir para a rua. E a verdade é que eles não têm emprego, ou têm um simulacro de emprego que não passa de trabalho precário e mal pago (ou nem sequer pago).
      Dito tudo isto, é exactamente por vir de quem vêm (não do BE, entenda-se, mas do Miguel Portas) que eu sei que estas palavras não são demagogia barata.

    2. Alexandre, não vai haver um futuro governo do Bloco de Esquerda. Pelo menos quanto a isso, penso que pode ficar descansado (e eu também, pode crer).
      Quanto à manifestação, já me desiludiu a colagem dos partidos políticos, e para esse peditório não dou. Apesar de tudo, continuo a achar muito positivo que alguma coisa tenha feito esta “geração à rasca” levantar o rabo do sofá de casa dos pais e vir para a rua. E a verdade é que eles não têm emprego, ou têm um simulacro de emprego que não passa de trabalho precário e mal pago (ou nem sequer pago).
      Dito tudo isto, é exactamente por virem de quem vêm (não do BE, entenda-se, mas do Miguel Portas) que eu sei que estas palavras não são demagogia barata.

  7. É claro Ana, que não haverá um governo do BE em Portugal; a loucura geral ainda não chegou aí.
    Novos empregos criam-se com o desenvolvimento da economia, e o tempo dos empregos para a vida acabou. Eu compreendo muito bem as frustrações desses muitos milhares de jovens que passaram anos a sonhar com um bom emprego após terminarem os estudos, e o melhor que conseguem arranjar é uma caixa de supermercado ou um call center. Mas eles têm de se virar, e afirmarem-se pelos seus meritos e competencias. E não se deixarem manipular por quem chora lágrimas de crocodilo, mas não tenciona fazer nada para os ajudar. Afinal estas crises são as “muddy waters” onde a extrema esquerda gosta de chafurdar.

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