Entre este livro e o de José António Saraiva não sei qual será o mais (e verdadeiramente) «obsceno», merecedor de protesto e de repulsa. Estranho é que, depois de ter visto como o grupo Babel ficou «marcado» por ter editado a primeira obra «escrita» pelo «Grande Só-Cretino», o grupo Porto Editora decida agora arriscar na nova «investida literária» do energúmeno. Eles lá saberão (ou não) o que ganham com isso… Quanto à pessoa adequada para apresentar este «ensaio de ciência política», faz, de facto, sentido que seja Nicolás Maduro o encarregado dessa tarefa, depois de ter sido Lula da Silva o escolhido para o primeiro.
O grupo Porto Editora? O grande paladino do cancro acordita, comprometido até à medula com as negociatas editoriais fruto dessa ortografia escabrosa, neste desgraçado país (manuais escolares desde logo). Perdoará, mas não surpreende. É questão de lealdades, de dívidas, de favores e decerto de expectativas.
Não li o coiso e não gostei. Adiante: que não subsistam dúvidas que ele sabe bem o que é carisma, enquanto manipulação (aquelas boquinhas de homem carente, os fatinhos sem vinco, a ‘elegância’, o meio sorriso, a sedução sempre em riste: só quem não escutou grupos de mulheres falando e suspirando sobre o criaturo, desconhece o que a alimária entenderá por “carisma”).
Com a populaça masculina acontecerá, eventualmente, pela via do suspiro contido (paneleiros, nunca!!!) e por uma certa inveja.
Eu cá não sei…mais vai vender que nem pãezinhos quentes.
Foi assim com o anterior.
O gajo é bom como o milho…
Um livro que também venderia bem era: PRESIdiário. Uma espécie de diário em que revelasse como funcionou o seu dom, o seu carisma – enquanto detido na cadeia de Évora.
No fundo, se o animal feroz virou fera amansada (porque mansa era a tia daquele deputado anacleto…)
non est possibile. De todo. A tuttascuola.
Faria muito mais sentido se tivesse sido editado na colecção Vampiro.
E sob pseudónimo…
E temos vencedor do prémio Ig Nobel!
Pelo segundo lustro consecutivo.
Espero bem que o senhor director da cadeia de Évora aceite apresentar o livro.
O IKEA orgulha-se de comercializar a obra de José Sócrates.
O produto encontra-se disponível na secção das lareiras.
Don Corleone, no seu particular “ramo”, era um senhor. Este é apenas um pulha a sacar o seu. Um português, em suma.
Costa
Sinónimos de carisma: massa, cheta, guita, papel, cacau, pilim, prata, pasta, arame, caroço, chapa, grana, bago, milho, carcanhol.
A Cruz Vermelha acaba de se oferecer para levar 50.000 exemplares para o Haiti.
Só para saberem que há gente ainda mais desgraçada que eles.
Tiro o chapéu a este comentário…(LOLADA MONUMENTAL)… desculpem as maúsculas…
À falta de papel higiénico na Venezuela, a editora com a pronta anuncia do autor, acaba de oferecer 300 exemplares!
Em nome do cu Maduro, muito abrigado.
Entre este livro e o de José António Saraiva não sei qual será o mais (e verdadeiramente) «obsceno», merecedor de protesto e de repulsa. Estranho é que, depois de ter visto como o grupo Babel ficou «marcado» por ter editado a primeira obra «escrita» pelo «Grande Só-Cretino», o grupo Porto Editora decida agora arriscar na nova «investida literária» do energúmeno. Eles lá saberão (ou não) o que ganham com isso… Quanto à pessoa adequada para apresentar este «ensaio de ciência política», faz, de facto, sentido que seja Nicolás Maduro o encarregado dessa tarefa, depois de ter sido Lula da Silva o escolhido para o primeiro.
O grupo Porto Editora? O grande paladino do cancro acordita, comprometido até à medula com as negociatas editoriais fruto dessa ortografia escabrosa, neste desgraçado país (manuais escolares desde logo). Perdoará, mas não surpreende. É questão de lealdades, de dívidas, de favores e decerto de expectativas.
Costa
Não li o coiso e não gostei. Adiante: que não subsistam dúvidas que ele sabe bem o que é carisma, enquanto manipulação (aquelas boquinhas de homem carente, os fatinhos sem vinco, a ‘elegância’, o meio sorriso, a sedução sempre em riste: só quem não escutou grupos de mulheres falando e suspirando sobre o criaturo, desconhece o que a alimária entenderá por “carisma”).
Com a populaça masculina acontecerá, eventualmente, pela via do suspiro contido (paneleiros, nunca!!!) e por uma certa inveja.
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Tanto Alberto Pimenta por ler…
Eu cá não sei…mais vai vender que nem pãezinhos quentes.
Foi assim com o anterior.
O gajo é bom como o milho…
Um livro que também venderia bem era: PRESIdiário.
Uma espécie de diário em que revelasse como funcionou o seu dom, o seu carisma – enquanto detido na cadeia de Évora.
No fundo, se o animal feroz virou fera amansada (porque mansa era a tia daquele deputado anacleto…)
Já falei com o Wagner Moura: ficou interessado em fazer de Armando Vara no “Fuga de Vinhais” para o Netflix.