8 comentários em “Certo, certo, mas a vizinha da minha sogra garante que foi um fanico”
O nervo vago do nosso PR pregou-lhe uma partida. Costuma acontecer precisamente o oposto, as suas decisões vagas é que provocam crises nervosas… Karma is a bitch.
Ainda que tudo isso que escreve possa ser verdade (e haverá quem o secunde entusiasticamente e quem o demonstre completamente errado e cego por convicções exacerbadas; mas não é por isso que agora escrevo), um módico de respeito pelas pessoas e – independentemente de quem as personifica – pelas instituições ficaria bem.
O Presidente da República Portuguesa sentiu-se (e, parece, claramente para lá de qualquer encenação) mal, numa cerimónia pública.
O decoro, a mais elementar civilidade, seja-se republicano ou monárquico, viva-se principescamente à conta deste regime ou seja-se uma (entre tantas!) vítimas do desgraçado “ajustamento” em que vivemos, deveria impor um mínimo de contenção. Mais não fosse o de nos abstermos de comentários deste tipo, na circunstância que lhe dá pretexto. O homem foi – horror!, está visto (mas é uma pena: nem sempre as coisas nesse âmbito pendem para o nosso lado) – eleito democraticamente; você execra-o, espere pelas próximas eleições para a presidência e actue como a sua consciência lhe ditar.
Pense-se dele o que se pensar, estava ali um homem em sofrimento (e que não é, impute-se o que se lhe imputar, um tirano, um nazi – ou, nunca se esqueça, o seu equivalente nas esquerdas). Respeite-se isso. Ou quer você ser chamado de “gajo ridículo” se um dia, no meio da rua, o “fanico” (como aqui li) lhe der a si?
Um país, este, onde de facto tudo e todos – de todos os lados: os que se acham bons e os que perante esses serão os maus – se comportam como cidadãos de uma república das bananas. Sem resquício de brio.
Razão tem Rui Herbon, por aqui, em matéria de patriotismo. Eça já a tinha, aliás (e nada mudou).
O nervo vago do nosso PR pregou-lhe uma partida. Costuma acontecer precisamente o oposto, as suas decisões vagas é que provocam crises nervosas… Karma is a bitch.
Parece reacção à vaga do seu assento… aqui antecipou-se mais do que na tomada de posse de Guterres.
A idade vai-o fazendo mais previdente.
Há muitas lições a retirar deste badagaio.
O post provocou-me uma gargalhada, logo a seguir o comentário de cima outra. Estava mesmo a precisar disso: obrigado a ambos 🙂
Sirva-se à vontade, Custódia.
Foi uma cena ridícula de um gajo ridículo num pais que ele ajudou que fosse um triste sítio.
Ainda que tudo isso que escreve possa ser verdade (e haverá quem o secunde entusiasticamente e quem o demonstre completamente errado e cego por convicções exacerbadas; mas não é por isso que agora escrevo), um módico de respeito pelas pessoas e – independentemente de quem as personifica – pelas instituições ficaria bem.
O Presidente da República Portuguesa sentiu-se (e, parece, claramente para lá de qualquer encenação) mal, numa cerimónia pública.
O decoro, a mais elementar civilidade, seja-se republicano ou monárquico, viva-se principescamente à conta deste regime ou seja-se uma (entre tantas!) vítimas do desgraçado “ajustamento” em que vivemos, deveria impor um mínimo de contenção. Mais não fosse o de nos abstermos de comentários deste tipo, na circunstância que lhe dá pretexto. O homem foi – horror!, está visto (mas é uma pena: nem sempre as coisas nesse âmbito pendem para o nosso lado) – eleito democraticamente; você execra-o, espere pelas próximas eleições para a presidência e actue como a sua consciência lhe ditar.
Pense-se dele o que se pensar, estava ali um homem em sofrimento (e que não é, impute-se o que se lhe imputar, um tirano, um nazi – ou, nunca se esqueça, o seu equivalente nas esquerdas). Respeite-se isso. Ou quer você ser chamado de “gajo ridículo” se um dia, no meio da rua, o “fanico” (como aqui li) lhe der a si?
Um país, este, onde de facto tudo e todos – de todos os lados: os que se acham bons e os que perante esses serão os maus – se comportam como cidadãos de uma república das bananas. Sem resquício de brio.
Razão tem Rui Herbon, por aqui, em matéria de patriotismo. Eça já a tinha, aliás (e nada mudou).
Costa