O Al Pacino ganhou aqui o Óscar – e raras vezes a estatueta foi tão merecida como nesse ano de 1992. Embora eu preferisse que ele tivesse recebido a estatueta 18 anos antes, pela inultrapassável interpretação da personagem de Michael Corleone, no inesquecível ‘Padrinho II’.
É um belo filme e um papel imenso de um actor maior. Na cena da dança, para quem tiver paciência para estas coisas, há um erro: umas vezes a menina tem brincos, num plano não os tem. Problemas de anotação, diria:)
Excepcional, esta cena. Tal como a do filme original, ‘Profumo di Donna’, com o grande Vittorio Gassman.
Não conheço o original, Pedro, mas esta é daquelas cenas mesmo inesquecíveis.
O Al Pacino ganhou aqui o Óscar – e raras vezes a estatueta foi tão merecida como nesse ano de 1992. Embora eu preferisse que ele tivesse recebido a estatueta 18 anos antes, pela inultrapassável interpretação da personagem de Michael Corleone, no inesquecível ‘Padrinho II’.
Frank Slade via obviamente mais que o Tozé.
Minha querida Leonor esta é, talvez, uma das mais belas cenas que vi em cinema, com um Al Paccino no papel de um cego, magistralmente desempenhado!
É mesmo, Helena, lá escondido existe em cada uma de nós uma mulher que deseja estar no lugar desta jovem mulher.
Muito bonito. E grande tango!
Tem sido engraçada esta série, porque a maior parte das cenas que tens destacado são de filmes que não vi. Aguças-me a curiosidade 🙂
Beijos!
Somos de gerações diferentes, é por isso, Zé André
Beijo
Simplesmente fabuloso. Fez-me sorrir !!
Ainda bem! Em mim também tem sempre esse efeito.
É um belo filme e um papel imenso de um actor maior. Na cena da dança, para quem tiver paciência para estas coisas, há um erro: umas vezes a menina tem brincos, num plano não os tem. Problemas de anotação, diria:)
Logo ou precisamente na cena em que se diz ‘No mistakes in the tango. Not like life.’ 😉