Na maioria dos países, a notícia está no anúncio de que vai ocorrer ou ocorreu alguma coisa. Em Portugal é diferente. Noticia-se algo que não ocorreu.
É assim que Pedro Santana Lopes anunciou hoje que não se candidatava a um lugar para o qual nunca se havia candidatado.
Tínhamos já uma série de candidatos a Presidentes da Republica. Inauguramos, agora, uma lista de não candidatos. Na qual a maioria dos portugueses se pode rever. É isto que eu gosto na política nacional!

Eu também tenciono não me candidatar. Ainda não o digo em entrevistas públicas porque posso mudar de opinião. Depende das condições e das sondagens.
Eheheh. A não-notícia sobre o não-candidato. Depois de dezenas de meses com centenas de quase-notícias sobre o quase-candidato. Após o agarrem-me senão eu insisto, sucedeu-se o agarrem-me senão eu desisto. E não é que desistiu mesmo?
Se não se noticiassem não ocorrências então só em não apresentação de candidaturas e respetivos apoios, tinham-se perdido para aí duzentas notícias.
“Fulano diz que se candidata de certeza mas só diz em Outubro que se candidata” é uma frase muito nacional.
Mas Santana já foi presidente do Sporting e 1º Ministro, quem diria!
É uma política e – já agora – uma informação muito fora da caixa, Helena 🙂
De facto, Teresa!
Por falar em eleições…
Saudemos o nascimento de mais um partido politico: – GNR – PP
Ao contrário do FRENPROF* promete abrilhantar a campanha…
* O Crato estragou-lhes a “festa”!
Quo Vadis Pedro? Sempre a andar por aí!
Versão escorreita e actualizada que anula e substitui a anterior do queima beatas: Quo Vadis Pedro? Vou começar a pensar em desandar por aí!
É um grande partido esse dos que (des)andam por aí!