1969, Prémio Nobel da Literatura

Samuel Beckett, «pela sua escrita, nas quais – em novas formas para o romance e drama – a miséria do homem moderno adquire a sua elevação».
1969, Prémio Nobel da Literatura

Samuel Beckett, «pela sua escrita, nas quais – em novas formas para o romance e drama – a miséria do homem moderno adquire a sua elevação».
El innombrable
a miséria do homem moderno?!
O homem moderno é miserável? Eu diria que o homem nunca foi tão pouco miserável quanto atualmente…
A literatura como herbicida do entretenimento, peça em três actos.
Os camaradas Sófocles, Shakespeare e Shaw davam-se ao trabalho de entreter a audiência do teatro, que acorria voluntáriamente.
O camarada Beckett prega-lhe uma seca de horas de conversa de angústia existencial.
A audiência dedica-se aos livros de quadradinhos filmados, com moralidade eco-terrorista incorporada.
Cai o pano, o palco, o teatro, tudo se some num buraco, nunca mais é visto.