Docente, docente…….não acredito que seja relativo à professora de Mirandela que se despiu e a considere pouco decente, ou pelo contrario um doce… nte . Não sei bem o seu pensamento de hoje. Mas eu também não estou a pensar muito bem….. porque ontem faleceu um filho de um amigo e terei que confortá-lo, se bem que nestas alturas não há nada que possamos fazer para dar conforto, eram pessoas com quem estava pelo menos durante o Verão muitas vezes e sempre bem recebido, na nossa ilha continental. Falo dos pais do Beto, que abusando da vossa boa vontade aproveito para deixar aqui os meus pêsames á restante familia.
Temos a mania de usar palavras “substitutivas”, Luís. Chamamos causídico ao advogado, edil ao autarca, docente ao professor, recluso ao preso, invisual ao cego, deficiente auditivo ao surdo, alcoólico ao bêbado,toxicodependente ao drogado, chefe do Governo ao chefe do desgoverno… Mania nossa.
Docente, docente…….não acredito que seja relativo à professora de Mirandela que se despiu e a considere pouco decente, ou pelo contrario um doce… nte . Não sei bem o seu pensamento de hoje. Mas eu também não estou a pensar muito bem….. porque ontem faleceu um filho de um amigo e terei que confortá-lo, se bem que nestas alturas não há nada que possamos fazer para dar conforto, eram pessoas com quem estava pelo menos durante o Verão muitas vezes e sempre bem recebido, na nossa ilha continental. Falo dos pais do Beto, que abusando da vossa boa vontade aproveito para deixar aqui os meus pêsames á restante familia.
Lembra bem. E não é preciso acrescentar nada.
Odiar a palavra docente é “indocente”, Pedro!
Temos a mania de usar palavras “substitutivas”, Luís. Chamamos causídico ao advogado, edil ao autarca, docente ao professor, recluso ao preso, invisual ao cego, deficiente auditivo ao surdo, alcoólico ao bêbado,toxicodependente ao drogado, chefe do Governo ao chefe do desgoverno… Mania nossa.
Prefiro um peixinho assado aldent “. “Docente”é capaz de ser um bocadinho para o adocicado e para o doente! Acho que também não gosto.
E com um bocado de imaginação, é uma “questão fracturante”, daquelas que doem, mas doem mesmo!
Os docentes docentam?