Ia dizer o mesmo, Ana, que o Pedro podia encerrar aqui a sua rubrica. As 77 palavras que faltam, encontramo-las certamente neste video e com várias derivações. ;-D
Nunca pensei que este tipo fosse tão bimbo. Holy shit ! Agora compreendo onde é que o dragãozinho do PS foi beber os conhecimentos básicos do métier, ou melhor, do business – aprendeu os basics na JS mas the real thing foi buscá-la ao boss.
Gostei muito de tudo, mas o final, então, é lapidar e resume bem a qualidade deste “discurso da treta”: «era de bom tom, era elegante, era o mínimo que se exigia»… Como já alguém acima referiu, com um mestre destes não é de admirar que surjam pupilos com a qualidade daquele que também já por aqui passou há alguns dias, a ‘parlapatar’ exactamente no mesmo local. Não haja dúvida que no nosso país, a idiotice é reconhecida, é acalentada e, melhor do que tudo, é paga a peso de ouro.
Só aqui já tens cem, pelo menos. Nunca vi uma “portugalização” tão fiel ao latim e ao grego…
Ia dizer o mesmo, Ana, que o Pedro podia encerrar aqui a sua rubrica. As 77 palavras que faltam, encontramo-las certamente neste video e com várias derivações. ;-D
Eu já arranjei mais duas, Luísa: zeinação e bavalidade.
Não percebi bem o idioma que o cavalheiro fala. Sânscrito? Aramaico?
Um mistério.
Bavaico? Zainalês?
PeTelês?
Linguagem plutocrática?
… um imenso Portugau …
Irrita-me profundamente! Também não posso com a nova moda: CEO. Agora é só CEO em tudo o que é empresa…
Não seja exagerada. Muitas vezes, à saída, o problema é só do sotaque: See you! Soon…
Não creio… Isso de um CEO alguma vez ouvir um “see you” parece um mito nos dias de hoje.
A sério? Acha?
Para os deste calibre, o melhor ainda é o “see you, never again”…
Hihihi…
Nunca pensei que este tipo fosse tão bimbo.
Holy shit !
Agora compreendo onde é que o dragãozinho do PS foi beber os conhecimentos básicos do métier, ou melhor, do business – aprendeu os basics na JS mas the real thing foi buscá-la ao boss.
A pain in the ass.
Gostei muito de tudo, mas o final, então, é lapidar e resume bem a qualidade deste “discurso da treta”: «era de bom tom, era elegante, era o mínimo que se exigia»…
Como já alguém acima referiu, com um mestre destes não é de admirar que surjam pupilos com a qualidade daquele que também já por aqui passou há alguns dias, a ‘parlapatar’ exactamente no mesmo local. Não haja dúvida que no nosso país, a idiotice é reconhecida, é acalentada e, melhor do que tudo, é paga a peso de ouro.