Pedro Correia, com tanta susceptibilidade não fica difícil escrever? Isto é: eu percebo, todos temos palavras que detestamos e nos ferem o ouvido. Eu também tenho algumas. Mas isto é cá um arraso.. Não era mais completo fazer assim: Palavra que odeio: X. Em vez disso prefiro: Y. Eu por exemplo odeio “concernir”. Prefiro ” no que toca a” ou “no que respeita/refere a”. E detesto “por conseguinte”.prefiro “logo”, “portanto”, “sendo assim”… Fica a deixa.
Não fica difícil, Chloé: fica mais fácil. Também detesto ‘concernir’ e ‘por conseguinte’. Mas os meus ódios de estimação relacionam-se essencialmente com o discurso político corrente e o discurso tecnocrático dominante. Com raras excepções, os nossos políticos falam muito mal. E os nossos empresários falam ainda pior.
Eu gosto da palavra. Vem de INOPINO DA MENTE.
Tem a certeza, Pedro? pensou bem?
:))))
Mas que ideia mais inopinada tiveste hoje.
Pedro Correia, com tanta susceptibilidade não fica difícil escrever? Isto é: eu percebo, todos temos palavras que detestamos e nos ferem o ouvido. Eu também tenho algumas. Mas isto é cá um arraso..
Não era mais completo fazer assim:
Palavra que odeio: X. Em vez disso prefiro: Y.
Eu por exemplo odeio “concernir”. Prefiro ” no que toca a” ou “no que respeita/refere a”.
E detesto “por conseguinte”.prefiro “logo”, “portanto”, “sendo assim”…
Fica a deixa.
Não fica difícil, Chloé: fica mais fácil. Também detesto ‘concernir’ e ‘por conseguinte’. Mas os meus ódios de estimação relacionam-se essencialmente com o discurso político corrente e o discurso tecnocrático dominante. Com raras excepções, os nossos políticos falam muito mal. E os nossos empresários falam ainda pior.
… Já sem falar nos nossos dirigentes desportivos.
“In o pina da mente”! Será nome de livro? De jornal? Ou a mente do Pina in…”o caso da lei da rolha”?
lol
Também gosto mais supetão.
De supetão? Tem dias.
Pois, oportunisticamente.
Eu gosto, do som da cadência e do sentido.
Bem, isso dá-me uma motivação especial para nos próximos dias trazer aqui palavras que deteste tanto como eu.
Olha, desta também gosto. Sobretudo do sentido. Haja quem aja (esta saiu-me bem…) com espontaneidade, neste país de yes men!
Boa Ana. :))))