Recepcionei esta escolha com muito agrado. Aliás, precepciono que as suas escolhas são “cada tiro, cada melro”. Não sei se o decepciono com um provérbio tão pop.
Quando acabares esta série de palavras que todos nós odiamos, vais ter de iniciar a das expressões que sendo profundamente incorrectas e horríveis passaram a fazer parte da comunicação de muitas empresas e serviços da Administração Pública. Por exemplo: “Somos a enviar…”
Esta do “somos a enviar” não é de agora. Já a conheço há pelo menos 80 anos. Era uma fórmula clássica de iniciar uma missiva, a qual acabava em “De Vossa Excelência atento e obrigado”. “A bem da nação”, José Sejeiro
«Somos a enviar» é de agora, sim. Deve ter mais de um século, mas congelou e veio até aos nossos dias. Ao contrário de tanta coisa que foi criada entretanto (os maiores disparates incluídos).
Típico do “complicadês” nacional. Quem fala difícil faz-se de importante cá no burgo. Lamentável é isso passar de imediato para o discurso jornalístico, que devia ser claro, simples e legível.
Receber, Ana? O que é isso? É recepcionar na tua terra?
Se calhar, na tua terra também dizem perceber em lugar de percepcionar, não? E contratar em vez de contratualizar? E lista em vez de listagem? E problemas em vez de problemáticas? E temas em vez de temáticas?
Cambada de paroleiros. Uns analfabéticos. Nada a fazer com tanta iletracidade.
Era o que eu temia. Ou mudo o paradigma ou vou ter uma problemática em cima da mesa para resolver. Basicamente.
É que vais mesmo. Por acaso, tenho alguns conhecimentos que podem abrir-te uma janela de oportunidade para mudares de paradigma. Acho bem que aproveites esta disponiblicidade.
Olha que dois! Ora aqui está uma listagem de comentários sobre temáticas variadas, sem contratualizações prévias que, como sempre, eu gsto muito de ler.
:))))
Boa Páscoa para todos (Isto sou eu a enviar votos de boa Páscoa) :))))
Espero que a janela de oportunidades seja num rés-do-chão, ou a mudança do paradigma vai ser desta para melhor. Ou será que os paradigmas gostam de um bocadinho de radicalicidade?
Esta também está no rol dos meu ódios de estimação.
Melhor ainda é quando o jogador “recepciona” o “esférico” que outro jogador “circulou”.
Melhor ainda quando o “esférico”, depois de “recepcionado”, é “diagonalizado” por um jogador “axadrezado”.
Pior é quando vai às “malhas laterais”…
Ah, as “malhas laterais”…. essa instituição do comentário futebolístico português..!
(quanto à sugestão deixada ali abaixo sobre as expressões, só com o jornalismo desportivo a coisa dá pano para mangas…)
Então não dá? De Gabriel Alves a Rui Santos teríamos pano para mangas.
Recepcionei esta escolha com muito agrado. Aliás, precepciono que as suas escolhas são “cada tiro, cada melro”. Não sei se o decepciono com um provérbio tão pop.
:))))
Nada a obstaculizar.
Não me lembro se já a escolheu, mas obstaculizar amo de paixão.
:))
Em gosto tanto dela que nem queria partilhá-la convosco. Mas já que insistem…
Pedro,
Quando acabares esta série de palavras que todos nós odiamos, vais ter de iniciar a das expressões que sendo profundamente incorrectas e horríveis passaram a fazer parte da comunicação de muitas empresas e serviços da Administração Pública. Por exemplo: “Somos a enviar…”
Registada a tua excelente sugestão, Sérgio. Neste caso, quanto pior melhor.
Somos a enviar… para ser presente ao juíz.
Esta do “somos a enviar” não é de agora. Já a conheço há pelo menos 80 anos. Era uma fórmula clássica de iniciar uma missiva, a qual acabava em “De Vossa Excelência atento e obrigado”.
“A bem da nação”,
José Sejeiro
«Somos a enviar» é de agora, sim. Deve ter mais de um século, mas congelou e veio até aos nossos dias. Ao contrário de tanta coisa que foi criada entretanto (os maiores disparates incluídos).
Mas o que é que aconteceu ao português escorreito? Onde está o mal de “receber”, uma palavra que até é tão bonita e cheia de sentido??
Típico do “complicadês” nacional. Quem fala difícil faz-se de importante cá no burgo. Lamentável é isso passar de imediato para o discurso jornalístico, que devia ser claro, simples e legível.
Os ingleses usam um termo,mais no meu âmbito,o da aviação, é KISS: KeepItShort(and)Simple…complicados estes ingleses…
Não é: Keep It Simple, Stupid? Foi assim que aprendi essa sigla inglesa…
Eu já ouvi essa do KISS, um pouco alterada – keep it simple, stupid.
OOOOppss, desculpem, não tinha visto o comentário da Ana.
Receber, Ana? O que é isso? É recepcionar na tua terra?
Se calhar, na tua terra também dizem perceber em lugar de percepcionar, não? E contratar em vez de contratualizar? E lista em vez de listagem? E problemas em vez de problemáticas? E temas em vez de temáticas?
Cambada de paroleiros. Uns analfabéticos. Nada a fazer com tanta iletracidade.
Confesso, envergonhada, que ainda digo tudo isso… achas que não me safo neste país?
É bom que te prepares, porque vais ter pouca safadencialidade.
Era o que eu temia. Ou mudo o paradigma ou vou ter uma problemática em cima da mesa para resolver. Basicamente.
É que vais mesmo. Por acaso, tenho alguns conhecimentos que podem abrir-te uma janela de oportunidade para mudares de paradigma. Acho bem que aproveites esta disponiblicidade.
Olha que dois! Ora aqui está uma listagem de comentários sobre temáticas variadas, sem contratualizações prévias que, como sempre, eu gsto muito de ler.
:))))
Boa Páscoa para todos (Isto sou eu a enviar votos de boa Páscoa) :))))
Espero que a janela de oportunidades seja num rés-do-chão, ou a mudança do paradigma vai ser desta para melhor. Ou será que os paradigmas gostam de um bocadinho de radicalicidade?
Esta também está no rol dos meu ódios de estimação.