Para ser sincero, o que me espantou mais foi o “-2005”. Penso que se tinha calado muito antes, e talvez porque o que tinha dizer ser de uma época específica.
Quando perdi de vista, emprestados nos anos 80, os meus livros do Miller (Sexus, Nexus, Plexus, penso) não me senti particularmente amputado. Talvez por aquela “boutade” bruta de “that’s not writing, that’s typing”, apesar de não ter sido para ele, também abranger o estilo.
Meu caro, está a confundir Arthur Miller com Henry Miller. O primeiro (este, que hoje aqui trago) não escreveu ‘Sexus’ nem ‘Plexus’, mas ‘Focus’. E a ‘Morte de um Caixeiro Viajante’, uma das mais célebres peças teatrais do século XX. Henry Miller (1891-1980) não mereceria o Nobel, na minha opinião. E nisso estaremos de acordo.
Devia ter desconfiado, ia-me saindo Henry Miller na resposta, julguei que era engano meu e confesso que me esqueci completamente de Arthur Miller. Apesar de ter lido devidamente a peça na época.
Também concordo que fazia um Nobel plausível, mas – como involuntáriamente demonstrado – não particularmente memorável.
Pelo menos.
Normalmente, até mata mais.
Sem dúvida.
Para ser sincero, o que me espantou mais foi o “-2005”. Penso que se tinha calado muito antes, e talvez porque o que tinha dizer ser de uma época específica.
Quando perdi de vista, emprestados nos anos 80, os meus livros do Miller (Sexus, Nexus, Plexus, penso) não me senti particularmente amputado. Talvez por aquela “boutade” bruta de “that’s not writing, that’s typing”, apesar de não ter sido para ele, também abranger o estilo.
Meu caro, está a confundir Arthur Miller com Henry Miller.
O primeiro (este, que hoje aqui trago) não escreveu ‘Sexus’ nem ‘Plexus’, mas ‘Focus’. E a ‘Morte de um Caixeiro Viajante’, uma das mais célebres peças teatrais do século XX.
Henry Miller (1891-1980) não mereceria o Nobel, na minha opinião. E nisso estaremos de acordo.
Devia ter desconfiado, ia-me saindo Henry Miller na resposta, julguei que era engano meu e confesso que me esqueci completamente de Arthur Miller. Apesar de ter lido devidamente a peça na época.
Também concordo que fazia um Nobel plausível, mas – como involuntáriamente demonstrado – não particularmente memorável.