Uma frase de ‘Mrs. Dalloway’ – obra-prima do romance. Que nos ensina muito sobre a época dela. E sobre todas as épocas, como sempre acontece com a melhor literatura.
Não conheço. E logo eu, que tanto gosto de diários. Como gosto do género epistolar. Agora, entre os livros que leio, inclui-se um grande volume com as cartas de Katherine Mansfield, outra escritora de que gosto muito (e que devia ter ganho o Nobel).
A minha edição é da Bertrand, já antiga (1987), com tradução de Maria José Jorge. É uma compilação de textos escolhidos, organizados e comentados por Anne Olivier Bell, editora do diário de VW e mulher do biógrafo oficial dela, Quentin Bell. Vale a pena ler, é o retrato de uma mente excepcional. Um diário interrompido pelas grandes crises de loucura, mas depois retomado com novo fôlego.
Plenamente de acordo…
Uma frase de ‘Mrs. Dalloway’ – obra-prima do romance. Que nos ensina muito sobre a época dela. E sobre todas as épocas, como sempre acontece com a melhor literatura.
Engraçado, ando a reler o diário dela. Fascinante.
Não conheço. E logo eu, que tanto gosto de diários. Como gosto do género epistolar. Agora, entre os livros que leio, inclui-se um grande volume com as cartas de Katherine Mansfield, outra escritora de que gosto muito (e que devia ter ganho o Nobel).
A minha edição é da Bertrand, já antiga (1987), com tradução de Maria José Jorge. É uma compilação de textos escolhidos, organizados e comentados por Anne Olivier Bell, editora do diário de VW e mulher do biógrafo oficial dela, Quentin Bell. Vale a pena ler, é o retrato de uma mente excepcional. Um diário interrompido pelas grandes crises de loucura, mas depois retomado com novo fôlego.
Ora aí está uma excelente sugestão de leitura, Ana. Um dia destes hei-de encontrar esse livro.
Se não encontrares, eu empresto-te o meu.
És uma querida, Ana. Obrigado, desde já.