Cem escritores que deviam ter ganho o Prémio Nobel (50)
Pedro Correia,
«Morrer / É uma arte, como outra coisa qualquer.»
Sylvia Plath (1932-1963)
8 comentários em “Cem escritores que deviam ter ganho o Prémio Nobel (50)”
Ah, “Lady Lazarus” – um dos mais belos poemas que já li. Não sou muito dado a poesia, mas Sylvia Plath é das poucas de que realmente gosto (juntamente com o nosso Antero, Allan Poe e um ou dois poemas de Baudelaire).
Concordo contigo, João. É autora de alguns dos mais arrebatadores poemas que conheço. Poemas cujo conteúdo não se perde nas boas traduções (o que nem sempre acontece em poesia).
Não ganhou o Nobel, mas o Pulitzer (1982) ninguém lho tira. Apesar de não se poder considerar arte um forno aberto com uma cabeça lá dentro, há gostos para tudo.
O número de suicidas entre os escritores é enorme, Rita. Já para não falar daqueles que se suicidam lentamente através do consumo de álcool ou de drogas. Entre os suicidas, dos já mencionados nesta série, contam-se Jack London, Stefan Zweig e Cesare Pavese. Mas houve muitos mais: Hemingway, Italo Calvino, Henri de Montherland, Paul Nizan, Virginia Woolf, Anne Sexton, Paul Celan, William Inge, Romain Gary, Tadeusz Borowski, Hart Crane, John Berryman, Vladimir Maiakovski, Serguei Esenin. Ou, entre os portugueses, Antero de Quental, Camilo Castelo Branco, Florbela Espanca, Manuel Laranjeira, Trindade Coelho, Luís de Montalvor e Mário de Sá-Carneiro, entre alguns outros nossos contemporâneos.
Calma, Rita. Também houve vários escritores que viveram muitos e bons anos. Como Czeslaw Milosz (falecido aos 93), Kalldór Laxness (95), Julien Green (97), Bertrand Russell (97), Ernesto Sabato (99) e Ernst Jünger (102).
Ah, “Lady Lazarus” – um dos mais belos poemas que já li. Não sou muito dado a poesia, mas Sylvia Plath é das poucas de que realmente gosto (juntamente com o nosso Antero, Allan Poe e um ou dois poemas de Baudelaire).
Em suma, excelente escolha, Pedro (para variar).
Concordo contigo, João. É autora de alguns dos mais arrebatadores poemas que conheço. Poemas cujo conteúdo não se perde nas boas traduções (o que nem sempre acontece em poesia).
Não ganhou o Nobel, mas o Pulitzer (1982) ninguém lho tira.
Apesar de não se poder considerar arte um forno aberto com uma cabeça lá dentro, há gostos para tudo.
O número de suicidas entre os escritores é enorme, Rita. Já para não falar daqueles que se suicidam lentamente através do consumo de álcool ou de drogas.
Entre os suicidas, dos já mencionados nesta série, contam-se Jack London, Stefan Zweig e Cesare Pavese. Mas houve muitos mais: Hemingway, Italo Calvino, Henri de Montherland, Paul Nizan, Virginia Woolf, Anne Sexton, Paul Celan, William Inge, Romain Gary, Tadeusz Borowski, Hart Crane, John Berryman, Vladimir Maiakovski, Serguei Esenin. Ou, entre os portugueses, Antero de Quental, Camilo Castelo Branco, Florbela Espanca, Manuel Laranjeira, Trindade Coelho, Luís de Montalvor e Mário de Sá-Carneiro, entre alguns outros nossos contemporâneos.
prontos(s) … fiquei deprimida.
acho que vou escrever um b’cadinho
🙂
Calma, Rita. Também houve vários escritores que viveram muitos e bons anos. Como Czeslaw Milosz (falecido aos 93), Kalldór Laxness (95), Julien Green (97), Bertrand Russell (97), Ernesto Sabato (99) e Ernst Jünger (102).
Uf! Agora sim, muito mais descansada.
🙂