Um beijo
É só um beijo, dizes. Não, não é. Um beijo, consentido e com sentido, nunca é só um beijo. É um vocábulo explícito de uma linguagem ancestral, planetária e inequívoca. Encerra sempre, num molde indestrutível, o desejo que o forjou. Traz em si a memória de beijos passados, a expectativa de beijos sonhados e o embrião de beijos futuros. E mesmo que não tenha passado nem futuro, cada beijo é, por si só, um universo.
(Imagem: René Magritte)


Lindo.
lindo. e nada mais digo.
Obrigada a ambos.
o beijo e a melhor coisa do mundo
Concordo, Francisco.
O essencial em apenas seis linhas.
Ao contrário de um beijo que se preze, a sua descrição pode ser concisa, Fernando.
😉
Hummm!
Anda passarinho no beiral e a paixão da Ana sente-se no ar.
Não confirmo nem desminto, Anónimo. Passarinhos e beirais são essenciais à vida.
É, Ana, é isso mesmo: todo o universo num momento.
Infelizmente beija-se pouco neste país. E muitas vezes a correr.
Haja quem o faça. E bem feito.
Aplausos mil.
E é de borla! (geralmente, enfim…)
🙂
Obrigada, Sérgio.
Cada beijo será sempre um selo, um toque macio impertinente de sentidos. Mesmo aqueles que o não são por definição.
Beijos
há tantos beijos
chuak
smack
Smooch
Mwa
pciuck
chuik
eh eh eh
acho que já são um bom exemplo
agora diz-me lá
a que beijo te referias
lol
Hum, bem… acho que a nada de tão ruidoso. lol
Bonito!
Toma lá um beijo também!