Fernanda Câncio quer “acabar com a maioria dos feriados religiosos” porque somos um “estado (sic) laico”. E já se sabe, quando a Fernanda sonha, o Governo pula e avança.
Causas fracturantes
josegomesandre,
Fernanda Câncio quer “acabar com a maioria dos feriados religiosos” porque somos um “estado (sic) laico”. E já se sabe, quando a Fernanda sonha, o Governo pula e avança.
Pensando bem……….concordo que acabem com os feriados…….todos! Porque cada cabeça sua sentença. Feriados religiosos num estado laico parece absurdo. Mais absurdo parece os comunistas celebrarem o 1º de Maio com um feriado. Dia do trabalhador é para trabalhar e até para oferecer esse dia de trabalho ao estado. Não faz sentido ser dia do trabalhador sem trabalho. Seguindo o pensamento da Drª Fernanda Câncio, o dia de trabalho deveria ser de 12 horas com 1 para almoço outra para jantar e 8 para dormir. As férias ou não existiam ou eram aumentadas para 52 dias……………só podendo ser gozadas ao Domingo. Para não me chamarem mal educado e outras coisas mais ( doidinho da Silva, por exemplo), Acho que a Drª FC , para dar o exemplo deveria trabalhar todos os feriados, incluindo o 1 de Janeiro, o Natal e todos os outros, mesmo o 25 de Abril, que se calhar para mais de 1.000.000 de portugueses, não foi boa ideia. Uma cabeça só, não muda o País, mas era um começo. Quantos feriados é que ela trabalha ?
Em França, tanto quanto sei, é proibido por lei trabalhar no dia 1 de Maio.
Não estamos em França, mas num País que quer acabar com os feriados e ninguém arrisca a dar o exemplo. Falar é fácil, quando toca aos outros. Os proponentes podiam dar o exemplo e começar já.
Bem é verdade q o País tem Feriados surrealistas, alguns julgo que a maioria da População nem sabem com que fundamento foi decretado o dito Feriado a maioria não têm cabimento nenhum, mas como vivemos num Estado Democrático onde ninguém se queixa porque bate á porta do vizinho até lá quando bater á minha porta vou-me queixar, e sabem como vou trabalhar no Feriado, que eu e todos andamos a reclamar!….
O Carlos no Corta-fitas apanhou a contradição. Ela primeiro escreveu que somos um país laico e de seguida um Estado. Uma pequena, mas enorme diferença.
Já estivemos mais perto de alguém sugerir que se ensine a História só a partir de 1910.
Upsss… Mais longe, quis eu escrever.
O governo ainda pula com a Câncio? Não sabia.
Acho que já não pula. E avançar (o José que me desculpe estragar aquela frase tão feliz) nunca avançou.
Já que “somos” um “estado laico”, porque não também pôr fim imediato às terras com nomes de santos? Adeus, Santa Maria da Feira. Adeus, São João das Lampas. Adeus, São Pedro de Rio Seco (terra natal de Eduardo Lourenço). Adeus, Santa Marta de Portuzelo.
E as ilhas? Um “país laico” (estado ou país?) não pode ter ilhas denominadas São Miguel, Santa Maria, São Jorge ou Porto Santo. Horrrrrrrrrror!
Proponho que onde se lê são, santo ou santa, passe a ler-se Vilar. Vilar da Feira, Vilar de Rio Seco, Vilar Maria, Porto Vilar. Etc. Seguindo o modelo de Vilar de Maçada. Porreiro, pá.
É uma maçada. E os “feriados”, pontes e férias privados dos deputados? Outra maçada.
Massada se for de tamboril é muuuuuiiiiiito boa.