Cátia Palhinha


Rui Rocha,

Sempre ouvi dizer que o nome individualiza a pessoa e o apelido identifica a sua origem. Em certos casos, todavia, há que reconhecer que o apelido também pode conter pistas valiosas sobre o destino. Dispenso-me, entretanto, de analisar a questão do ponto de vista da patronímica.

36 comentários em “Cátia Palhinha”

  1. Sinceramente, não vejo motivo para tanto alarido… do meu ponto de vista, trata-se de um mero assunto de logística. Vejamos, se o Marco é pasteleiro, é natural que necessite de natas para confeccionar… por exemplo… pasteis de nata, ou… bolas… com creme, as conhecidas; bolas de Berlim… e tal… e assim…

    1. Sim, é uma questão relativamente à qual todos temos ponto de vista e não mais do que isso. Em todo o caso, pretendia colocar a discussão a um nível filosófico. Do determinismo ou do livre arbítrio que sobra a alguém chamado palhinha.

      1. Desculpe caro Rui, mas o diminutivo a que alude, não está, em minha opinião a determinar, filosóficamente, bem entendido, qualquer direcção ou intenção que contrarie a liberdade de opção.
        Mantenho a minha opinião já expressa, sustentando a satisfação de uma necessidade, meramente lojística, independentemente do tamanho da palha.

          1. Vai ver, caro Rui, que tudo se resolverá a contento de ambos.
            E, certamente que a palhinha terá boas oportunidades para crescer.
            Em último caso, a catinha poderá sempre recorrer ao fotoshop… isthojemdia já não ha nada que não seja manipulável…

          2. até ver… até ver…
            Pelo facto de este ser um país de brandos costumes, não quer dizer que não haja muitos candidatos a participar em festarolas.
            E se meter palhinha… uiii, uiii.

  2. Ó Rui mas aonde é que eu vim parar?!!
    Há sexo com palhinha?
    E também há palhinha nos Segredos?
    E os Segredos têm sexo?
    Oop’s, não sabia nada disto. Onde é que eu tenho andado?
    Devem ser coisas muito recentes…

      1. Mas é sempre assim. Começa-se por uma questão meramente filosófica, existencial diria mesmo, e acaba-se em algo verdadeiramente “exquis”, como seja ver o sexo por um navio, desculpe, por uma palhinha!

    1. Peço desculpa, Helena. Garanto que ele não costuma ser assim. São as más companhias.

      Mas é verdade que esta semana isto tem descambado um bocadinho. Pela minha parte, já estou a tratar de alinhavar um post sobre política, que é assunto que nunca fere susceptibilidades. 😉

      E, ó Rui, a mim este teu post deixou-me estarrecido por motivos um pouco diferentes – percebi que a minha cultura geral tem falhas absurdamente grandes. Eu nem tinha ouvido falar da menina.

  3. The issue is actually very simple, if you just say it in English:
    Her job was a secret prepared to blow outside the house.
    Not like in Portuguese, with its dubious says…

  4. Caro rui e prezado confrade
    Li agora tudo quanto foi escrito sobre esta matéria do sexo e da palhinha que, como te confessei, era ainda para mim que sou das berças, desconhecida.
    Vejo que há uma casa, chamada Casa dos Segredos onde, parece, decorrem coisas originais.
    Como devo ser a alma mais velha deste blogue e não quero fazer má figura pergunto:
    – esta casa é uma sex shop? Aqui na Beira onde vivo
    falam muito disso que não sei bem o que é;
    – isso da palhinha é algum objecto que se compre?
    – nessa casa explicam como se usa a palhinha?
    – no estrangeiro também têm a casa dos Segredos?

    Ajuda-me. Eu aceitei, num impulso, participar deste blogue. Mas estou a ver que a minha reputação pode ficar maculada. Se sei demais, parece mal. Se sei de menos, todos olham para mim de revés!

    1. Helena, disseram-me que nestas coisas devemos mostrar conhecimento, mesmo que não façamos ideia do que estamos a dizer. É exactamente o que eu faço. Para dar alguma consistência superficial, umas leituras apressadas do Correio da Manhã podem ser úteis. Mais não posso dizer sem correr o risco de me desgraçar.

    2. Ser das berças, é uma qualidade que em nenhum aspecto compatibiliza com falta de conhecimento, no mínimo, teórico.
      Vocês perdoem-me mas não resisto a contar uma anedota. Vou tentar ser polido ao máximo.
      Trata-se de uma Senhora separada, que vem à cidade e por indicação de uma amiga, dirige-se a uma sexshop, com o intuito de adquirir um estimulador eléctrico.
      Mal entra, o funcionário aprecebe-se pela hesitação, que a Senhora vai precisar de conselho. Dirige-se-lhe e, solicito, oferece-lhe os préstimos.
      A Senhora, meio roborizada, confidencia o seu “estado civil” e a necessidade de adquirir o aparelho.
      O empregado, sempre solicito, pergunta à Senhora, se tem alguma côr, textura ou tamanho, em mente.
      A Senhora confessa que não… que não está familiarizada com o artigo… que foi uma amiga… etc.
      Então o empregado, na tentativa de ajudar à escolha, faz uma apresentação dos “artigos” expostos, começando pelo mais pequeno. Mal começa a descrever o “artigo” a Senhora interrompe e declara… esse não, é muito pequeno. Imediatamente, o empregado passa para o tamanho seguinte e a Senhora repeta a observação. Repete-se a solicitude do empregado e a Senhora, num repente, decide. -Olhe, para não estarmos aqui a perder mais tempo, o senhor embrulhe-me aquele encarnadinho que está ali pendurado na parede.
      O empregado atónito e balbuciante, responde.
      – Lamento minha Senhora, mas… aquilo é o extintor de incêndio cá da loja!
      Se não fui pulido q.b., peço a vossa absolvição.

  5. LOL. As coisas que se ficam a saber via Delito. Confesso que a menina e as suas aventuras me passaram ao largo. Mas como diziam os antigos Nomen est Omen…

  6. Está visto que a passagem para 2012 não te fez mal. Espero um grande ano para essas bandas, em especial agora que há quem queira domesticar a imprensa e transformar o parlamento numa espécie de bordel vienense onde ecoa Mozart entre os gritos lancinantes dos confrades.

    Um abraço, Rui.

  7. EXPRESSO – Última hora.

    Marco é maçonico…
    Da loja Quim Barreiro…

    ” Ò Catia deixa-me ir à … com a palinha “

    Era a senha usada para encontros “secretos”

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