«Foi na Loja do mestre Mozart
Ao som de uma flauta mágica
Que se reuniu uma boa parte
Da nossa direita clássica
Ao som de uma flauta mágica
Que se reuniu uma boa parte
Da nossa direita clássica
Entre passos e leves toques
E rituais de avental
Discutiram-se os amoques
Mas sobreveio o vendaval
E cada um ao seu jeito
Agastado p’lo ciúme
Arrancou o colar do peito
E foi-se queimar n’outro lume
Terminaram assim os atos
Que atavam a irmandade
Mostrando que estavam fartos
De tanta fraternidade!»
Do nosso leitor Bartolomeu. A propósito deste post do Luís M. Jorge.


