Espero que, por uma vez, apanhem um corrupto.
Isso não nos ressarciria de todos os danos acumulados pelos muitos casos em que a lei, a verdade e o exemplo acabaram triturados numa teia nojenta de expedientes processuais, alianças mafiosas e inexplicáveis impasses sem nome nem rosto, sujando muitos e não responsabilizando ninguém.
Mas deixar-me-ia muito consolada.


com que então já é culpado…a Guerra entre José Judice e Duarte lima está oa rubro…
A presunção de inocência é um valor civilizacional, tric. Não sou eu quem tem de condenar ou absolver. Quero é empreguem todos os meios postos à disposição da justiça, pagos por todos nós – magistrados incluídos – para esclarecerem a verdade, impedirem o arrastamento processual e o envelhecimento das provas, etc. Defendo todas as garantias históricas que conquistámos para que um suspeito não sofra a lei da selva. Mas esse é apenas um lado do prisma: – então e o principal?
Sem dúvida. Tens toda a razão.
Muita bandidagem há neste país. E é impressionante verificarmos que tantos eram amigos do Sócrates ou do Cavaco.
Não me diga que não são todos perigosos radicais Marxistas ??? Nem quero acreditar que insinuem que é este tipo de gente que nos governa há 36 anos, e que nos trouxe ao estado a que isto chegou….pensei que a culpa era dos malandros que até subsídio de Natal querem sacar aos patrões ?
Perturbador, Luís, é verdade. Mas ao mesmo tempo, porque nos espantamos, então não dizem que o poder… ‘coiso’?
Então, João, bem regressado à «baía»? 😉
Off topic:
Hoje é dia Mundial da Filosofia:
http://duvida-metodica.blogspot.com/2011/1 1/esperamos-que-esta-imagem-descreva.htm l
Bem lembrado. E gosto da frase do Stuart Mill (é bom lembrar isso de vez em quando).
Laura:
Se quiser participar no debate esteja à vontade. Os meus alunos gostariam certamente de trocar ideias consigo. Há dois temas à discussão.
Ui, ui, Carlos! Olhe eu a semear o delito pelo meio da philosophia?;) Se tiver tempo vou lá, sim senhor, obrigada.
Costuma dizer-se que no ‘meio é que está a virtude’, mas não é o caso aqui. Mesmo depois da barrela, veja-se o estado da menina do meio que ainda continua bem sujinha. Com certeza, não deve pertencer a este lote, mas talvez ao “sobrinho-do- outro-que-é-taxista-na-Suíca”. E por falar nisto, agora que o governo procura desesperadamente soluções rápidas para a saída da crise, que tal investir numas parcerias público-privadas em «lavandarias»? Tenho a certeza que, pelo menos uma das partes ficava a ganhar muito com a limpeza, e a outra ficava com muita água suja para tratar.
A pequenina continua sujota, é um facto;) Deve ser por isso que só apanham a arraia-miúda… Quanto aos lotes, Luís, diz bem: ele há tantos e tantos… qual deles?
Não são partidos, são quadrilhas – e não é Justiça , é “justiça” ( venal, laxista, ignorante e com laivos mafiosos , que , por estas bandas , assumem a variante maçónica).
Concordo: laxista. – Venal? Tudo indica que há venalidades sim, mas aqui como em tudo, tendemos a valorizar apenas o que corre mal. O que não impede que… etc.
Ah, JSP, é verdade: odeio pedreiros, ‘soi-disant’ livres (?). E pedreiras então…nem lhe digo! (Mas note-se que nada tenho contra os Pedros 😉
haja alguém que fale de pedreiros, que habitualmente só se fala de empreiteiros.
é espantoso como todos nós, cidadãos e eleitores, aceitamos que cidadãos se apresentessem perante nós para serem eleitos para os mais altos cargos de chefia, a quem confiamos o nosso destino, e não têm a seriedade de nos dizer que pertencem a determinada sociedade exclusiva (esta ou aquela).
e consideram isso ético e republicano.
e nós aceitamos, agradecidos, pelo serviço que nos prestam.
Enfim, há liberdade de associação em Portugal, é um facto. Não gosto é de coisas ocultas, sejam elas quais forem. Na vida, não dar a cara não augura nada de bom (a não ser, talvez, num único caso: quando alguém foge dos aplausos da gratidão pública).
Tomei boa nota, Laura.
Senão estava frita contigo e com mais alguns 😉
laura, caríssima,
depois de um ‘fui ali’ seria previsível que na hora do ‘já vim’ por aqui passasse um dos primeiros regressos.
nada de novo, portanto.
espero que esteja bem, no geral/privado e no particular quotidiano. estou ao seu dispor como sempre, ou seja, nada de novo também por aqui.
e sei que temos correspondência em atraso, umas trocas que recordo e se houver alguma baldroca pois que venha, mas não creio..:)
aceite os meus cumprimentos
Olha o Rui Vasco Neto 😉 Muito gosto em vê-lo por aqui. Não estou esquecida das trocas, não senhor. E à custa do DO já possuo, não um ou dois CD – que hei-de ter depois da conversão dos meus LP, mas eu disse que demoraria – já possuo, dizia eu, uma série de músicas do H.P. em mp3, que um gentilíssimo comentador me mandou depois dos meus posts. Posso-lhos mandar também, é só dizer, eu acho que o Luís Belard da Fonseca não se vai importar. Como diria a Ana Vidal, se se tivesse lembrado, «a música é para comer». O que é dizer, para servir à mesa com muitos comensais 🙂
sem querer publiquei o comentário anterior sem dizer ao que vinha no tocante ao texto, a saber: quando li o seu post já tinha postado algo muito semelhante na essência ao que fica do seu post.
mais uma daquelas afinidades que se manifestam entre nós de vez em quando, e mais do mesmo no ‘nada de novo’ que lhe falava.
continua interessante, portanto.
Já fui ver: estamos de acordo quanto ao alcance da notícia do dia, é verdade. Estas novidades dão-me algum alento, sem esquecer nunca os muitos que antes dele escaparam. Vamos ver no que isto dá…