![ines-arrimadas-efe-30122015-2[1].jpg ines-arrimadas-efe-30122015-2[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20801409_OHLHV.jpeg)
1. Pela primeira vez, um partido não-nacionalista vence uma eleição autonómica na Catalunha: o Cidadãos, liderado por Inés Arrimadas, triunfou no escrutínio de hoje, com mais de um milhão de votos, reforçando o seu grupo parlamentar com 11 novos deputados. E é também a força que mais progride face à eleição anterior, ocorrida em 2015.
2. O separatismo perde no voto popular. Há mais de 170 mil votos na soma das forças políticas que se opõem à separação da Catalunha do que na soma dos pró-independentistas. Numa eleição tão participada, como esta foi, tal aritmética eleitoral adquire contornos de plebiscito.
3. Na conversão dos votos em mandatos, embora recuando dois lugares em relação a 2015, os separatistas ainda têm maioria – agora com dois assentos acima da maioria absoluta. Mas este caldeirão independentista aglutina tendências muito diversas, que vão da direita conservadora à extrema-esquerda. Transformá-las numa solução governativa equivale à quadratura do círculo, potenciando novo acto eleitoral num prazo curto. Como o futuro próximo indicará.

Espanhóis: estão em FALÊNCIA DEMOGRÁFICA… mas… mas lá continuam com os seus ‘tiques dos impérios’. .
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MENSAGEM PARA OS ANTI-SEPARATISMO
(mensagem em divulgação, ajuda a divulgar)
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Pessoal anti-separatismo:
—» CONTINUEM A DESBARATAR/VENDER TUDO AQUILO QUE PUDEREM MAS NÃO CHATEIEM os separatistas que trabalham para a sobrevivência da sua Identidade.
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-» A gente sabe que para os anti-separatismo é tudo para vender/desbaratar; ex: na Europa a propriedade pública, e a propriedade privada tradicional ESTÃO A DESAPARECER (é ver as estatísticas)… a pouco e pouco, está tudo a ser vendido a multinacionais e a oligarcas (africanos, do médio oriente, etc).
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Mais:
– a gente também sabe que os anti-separatismo não só não trabalham para a sustentabilidade (média de 2.1 filhos por mulher) da comunidade nativa… como também… andam por aí a lamber-as-botas aos salvadores da demografia; mais, andam inclusive a lamber-as-botas à boa produção demográfica daqueles que tratam as mulheres como úteros ambulantes (ex: islâmicos).
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E mais:
– a gente também sabe que os europeus anti-separatismo trabalham como lacaios/mercenários ao serviço da alta finança (capital global) -» trabalham para a eliminação de fronteiras… nota: a alta finança ambiciona terraplanar as Identidades, dividir/dissolver as Nações para reinar…
[ os mercenários europeus – tal como a alta finança – são intolerantes para com os povos autóctones (economicamente pouco rentáveis) que procuram sobreviver pacatamente, e ao seu ritmo, no planeta ]
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Uma nota: tal como seria de esperar, os lacaios/mercenários não têm falado neste caso: em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras… muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais (uma obs: é imenso o património no Brasil que tem estado a ser vendido à alta finança).
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Anexo:
DEMOGRAFIA E SEPARATISMO-50-50
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—»»» Todos Diferentes, Todos Iguais… ou seja, TODAS as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
Ou seja: os ‘globalization-lovers’, UE-lovers e afins, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.
Ou seja: separatismo-50-50 -» o legítimo Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones!
—»»» blog http://separatismo–50–50.blogspot.com/
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Nota 1: A existência de outros não faz confusão aos separatistas-50-50… mais, os separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição ‘nativo’, do que a sua condição ‘globalization-lover’.
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Nota 2: Mais, é preciso dizer NÃO à democracia-nazi; isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros.
Já vi esse seu comentário-spam por aí espalhado e a conclusão a que chego é sempre a mesma: não se percebe nada desse arrazoado de palavras.
Conversa da treta. Percebia-se melhor se estivesse escrito em catalão.
O preconceito linguístico tão típico dos espanholistas. Porque não escreve em espanhol?
Como se escreve ‘anónimo’ em catalão?
Na nota 2 deve dizer-se que os constitucionalistas (PP e Ciudadanos) tiveram 43,44% e os independentistas 47,53%, o que é uma vitória enorme em termos de votos. Não me parece que faça sentido somar aos constitucionalistas os votos da Catalunya en comùn / Podemos de 7,44%, já que estes, emboram defendam a pertença da Catalunha a Espanha defendem o referendo à independência, o que não permite incluí-los nos constitucionalistas.
Não usei essa terminologia. De resto, se a usasse, teria de incluir também o PSOE – partido assumidamente constitucionalista.
A fractura é entre partidos separatistas e partidos não-separatistas. Os primeiros somam menos 170 mil votos nesta eleição, que teve carácter plebiscitário.
Como é óbvio, nenhuma independência se alcança com apenas 47,53% de apoio do eleitorado.
Omiti o PSC por lapso, mas ele está incluído na percentagem.
Os votos dos partidos pró-independência andam à volta da eleição anterior, mas contando com o Podem há uma fortíssima maioria pró-referendo.
E a posição do Podem é algo ambígua. Ao contrário do PP e do Ciudadanos não se ausentaram da assembleia aquando da declaração de independência.
Se houve votação plebiscitária ontem, acho que foi essencialmente contra o governo espanhol e o art. 155. Quem perdeu as eleições está bem à vista. Quem as ganhou também.
Se existe algo que neste momento já nem oferece discussão é precisamente o artigo 155.º. Todas as forças políticas catalãs – incluindo a CUP, de extrema-esquerda – aceitaram implicitamente a aplicação desse artigo ao submeterem-se a este teste eleitoral, que foi decretado por Madrid e aplicado nos termos constitucionais.
O Luís Menezes Leitão tem razão – não é legítimo classificar a candidatura do Podemos como constitucionalista. Essa candidatura propõe um referendo à independência, o que é classificado pelos constitucionalistas como inconstitucional.
Portanto, no meu ponto de vista, os nacionalistas catalães venceram os nacionalistas espanhóis. O Podemos não é uma coisa nem a outra.
Constitucionalistas são todos. De tal maneira que aceitaram concorrer a eleições sob a vigência da aplicação expressa do artigo 155.º da Constituição espanhola. Nem a CUP ficou de fora.
A fractura não se verifica aí. Verifica-se entre aqueles que advogam expressamente o separatismo e os que não advogam o separatismo. Os primeiros já estavam em minoria no voto popular – aliás sempre estiveram. E ontem recuaram nesse voto.
As coisas são o que são.
Qual a diferença entre separatismo e independentismo? Quem de entre eles quer ficar em Espanha?
Separatista ou secessionista é aquele que quer obter a independência pela via unilateral. Pondo o fim sempre à frente dos meios.
“Separatista ou secessionista é aquele que quer obter a independência”
Bem me pareceu. Mas quais os países que fizeram proclamações de independência senão de forma unilateral? Daí se designarem proclamações de independência – Brasil, Angola, Jugoslávia, Hungria, Republicas Soviéticas, EUA….
E essa da Catalunha ter sido sempre um Condado…também Portugal o era. Isso conta o quê?
Os fins podem justificar os meios. Os jesuítas que o digam.
E num processo negocial os meios podem tomar apenas formas de compromisso negocial (abdicando-se mais facilmente, desses meios, quanto maior o seu número e o seu aparente extremismo) para se chegar ao fim pretendido.
Os seus conhecimentos são escassos, já percebi.
República Checa e Eslováquia, por exemplo. Diz-lhe alguma coisa?
Sabe qual foi o resultado da sondagem aquando da dissolução da Republica Checa?
50% não queria a separação. Foram ouvidos? Não. Foi uma decisão politica.
Escassos são os países que ganharam a independência sem algum grau de declaração unilateral/separatismo
Há diversos outros exemplos.
Singapura, por exemplo, não queria ser independente. Ascendeu à independência em 1965 porque a Malásia recusou integrá-la na federação de Estados malaios.
A República da Guiné tornou-se independente por referendo convocado pela República Francesa em 1958, de comum acordo com os representantes das populações. Sem traumas nem dramas.
São Tomé e Príncipe, onde nunca houve luta armada, ascendeu pacificamente à independência em 1975. Por decisão do Estado português no âmbito do processo de descolonização então em curso.
O Canadá alcançou a independência em 1867, pacificamente, por deliberação do Reino Unido em consenso com os órgãos de governo próprio do território. Nas décadas subsequentes foi alargando o território devido a sucessivas doações de território por parte da coroa britânica – incluindo as ilhas do Árctico, o Labrador e a Terra Nova. Sem conflitos, sem ‘stress’.
Etc, etc, etc.
Não me leve a mal mas o único país relevante é o Canadá. Mas qual era a solução caso a Inglaterra o não permitisse? Invadia o Canadá e a Austrália? E a Nova Zelândia?
Canadá, Austrália, Nova Zelândia – e muitos mais. Tudo exemplos de independências alcançadas com pactos, sem unilateralismos, sem secessionismos, nem conflitos bacocos para empolgar os basbaques. Por isso esses países não têm “heróis da independência”. Uma chatice…
Atrapalham um pouco essa vossa teoria – tão medieval na era das cesarianas – que tem de haver sempre imensas dores de parto…
Pedro, tivesse a Catalunha o tamanho de Castela e Leão e a história seria outra.
Não tenho dúvida.
“Belle toujours” ? ☺
Guapa!
“Pela primeira vez, um partido não-nacionalista vence”
“O separatismo perde”
“Os separatistas ainda têm maioria”
Separatistas são Nacionalistas
A sua análise faz-me lembrar as de cá quando ouço falar um político cujo partido claramente perdeu….a lembrar o PSD nas autárquicas deste ano.
Depois de tudo o que aconteceu, com empresas a sair da Catalunha e toda a propaganda catastrofista, foi um grande resultado para os nacionalistas-separatistas.
Assuma, meu caro!! Só lhe fica bem! Ser democrata é aceitar a vontade,plebiscitada, contrária à nossa.
Quem vai formar governo é o Separatismo
Ainda não foi desta que a alma independentista esmoreceu na Catalunha. As formações políticas que defendem a rutura com Espanha estão em clara maioria no Parlamento catalão.
http://expresso.sapo.pt/internacional/20 17-12-21-Catalunha-em-direto-Vitoria-do-C iudadanos-nao-evita-a-maioria-independen tista-6
Perde Rajoy e ganha o independentismo
https://www.google.pt/amp/s/www.publico.p t/2017/12/21/mundo/noticia/perde-rajoy-e-g anha-o-independentismo-em-noite-agridoce-p ara-arrimadas-1796918/amp
O choque independentista
http://observador.pt/2017/12/22/o-choque-i ndependentista-as-reacoes-internacionais-a s-eleicoes-na-catalunha/
Quanto à confluência ideológica dos separatistas é igual à da Geringonça. E veja como ela tem funcionado. O milagre europeu. ..défice abaixo de todas as previsões (1,4%) – onde anda a Teodora? A brincar com bonecas de trapo e a escrever para A Ilustração Portugueza, decerto
Os votos separatistas, todos somados, ficam abaixo dos 48%, com menos 170 mil votos do que os restantes. Há, portanto, maioria não independentista no eleitorado da Catalunha.
Este é um dado de facto. O resto são teorias.
Nenhuma “independência” pode emergir de uma eleição com carácter plebiscitário em que os independentistas não conseguem sequer congregar 50% do voto popular.
Ok. Li outra coisa no Expresso, na Folha de S. Paulo e no Publico. Mea culpa..
Você vai a São Paulo para saber o que se passa em Barcelona?
“Há, portanto, maioria não independentista no eleitorado da Catalunha.”
Você gosta mesmo de falar em nome dos eleitores do Podemos… Mas olhe que o Podemos respeita o direito à autodeterminação pelo que não os ponha no bloco reaccionário que apoia!
É incapaz de escrever isso em catalão?
É incapaz de escrever em espanhol?
Sou perfeitamente capaz. Tal como 99% dos catalães.
Transformá-las numa solução governativa equivale à quadratura do círculo
!!! Esses três partidos formavam governo até outubro! Como pode o Pedro dizer que uma coisa que já foi feita, e que perdurou durante 2 anos, é uma quadratura do círculo?
Precisamente por isso. A solução governativa anterior entrou em colapso: tinha como objectivo único e definitivo o separatismo através de um “referendo” sem pacto prévio com as instituições do Estado e a consequente declaração unilateral da independência.
Essa página virou-se de vez. Todos os passos que forem dados a partir de agora terão de ser sujeitos a pactos institucionais, no quadro constitucional.
A extrema-esquerda, que sai debilitadíssima das urnas, insiste em ir pela via anterior. Mas o nacionalismo catalão está muito longe de se confinar à extrema-esquerda. E ao aceitarem ir a votos no quadro legal imposto pela aplicação do artigo 155.º da Constituição, tanto o Juntos pela Catalunha como a Esquerda Republicana reconheceram a validade dessas regras.
O referendo dos independentistas era ilegal e não podia ser aceite.
Ao concorrerem a eleições os independentistas abdicaram das suas convicções de que é possível mudar o quadro legal.
Ao dizer que o quadro legal não pode ser mudado por via democrática só sobram a intervenção divina e a rebelião armada. Mas sendo parte dos independentistas comunistas laicos, ainda há menos caminhos. Defende a luta armada?
É que se há algo que as eleições mostraram foi que demitir governos e prender os governantes não funciona em democracia. O problema não se resolveu.
Prender governantes é privilégio da justiça, poder soberano em democracia.
Se entende que os governantes, só pelo facto de o serem, gozam de imunidade em flagrante violação do princípio da igualdade de todos os cidadãos perante a lei, assuma-o com frontalidade.
Por isso é que a política europeia está no estado que está: quem não cumpre promessas (Sócrates, Passos Coelho, Rajoy, Hollande, Tsipras) tem direito a governar e quem cumpre promessas (Puigdemont, Junqueras) é preso ou exilado.
Dê um abraço meu ao Puigdemont quando lá for vê-lo a Bruxelas.
Bem. Os Anónimos teem direito a escrever tudo o que lhes venha à cabeça porque não nos dão hipotese de ao menos olhar-lhes nos olhos. Tipos que “tocam e fogem”.
Não dá para olhar-lhes nos olhos. Desde logo porque têm lá palas.
Misturar numa comparação Socrates com Passos Coelho deixa-me atordoado !
Você atordoa-se com muito pouco.
E qual foi a promessa que Puigdemont cumpriu? Atingir unilateralmente a independência? Deixa-me rir… A única coisa que o Sr. Carles conseguiu (sem que o prometesse antes, pudera…) foi a ruína económica da Catalunha e o afundamento definitivo da sua tão almejada independência.
Bem sei que as classes políticas portuguesas e europeias deixam muitíssimo a desejar, mas compará-las com a suposta genialidade de um ex-presidente de câmara com complexo de Napoleão a cantar o fado do desgraçadinho no Beco do Fala Só em Bruxelas vai para lá do surreal.
A ruína económica da Catalunha? Deve ser por isso que o estado espanhol não larga a Catalunha nem por nada.