Castração química


Rui Rocha,

Sim, sou a favor em casos como este. E só mais uma coisa. Não há processo, moldura penal ou enquadramento jurídico que possa justificar que um filho da puta deste calibre permaneça em liberdade.

4 comentários em “Castração química”

  1. O uso de Depo-Provera pode causar vários efeitos colaterais, incluindo aumento de peso, fadiga, trombose, hipertensão, leve depressão, hipoglicemia e raras mudanças em enzimas hepáticas.
    Além de questões éticas, a castração química pode aumentar a pressão arterial em indivíduos do sexo masculino, por vezes a níveis perigosos, além de poder causar ginecomastia, um efeito colateral que algumas vezes é tratado com tamoxifeno, um SERM. Outros efeitos secundários, tais como a formação de depósitos anormais de gordura no fígado, estão sendo investigados.

    Ninguém, nem nenhuma espécie de justiça, deve arrogar-se o direito de administrar a outrém qualquer tipo de substância que possa causar-lhe dano físico ou doença incapacitante.
    Existem outros tratamentos e, em caso de reincidência, poderia ser fortemente agravada (leia-se alongada) a pena de privação da liberdade.
    A ser doutro modo, brevemente teremos alguém a defender a castração de outro tipo de criminosos (por causa da transmissão de “genes” que vários “estudos” supõem ser próprios dos criminosos), depois a castração dos deficientes mentais (por idênticas razões) e… a imaginação é o limite – também para a estupidez.

    Nota: Concordará que também não parece uma boa escolha ofender a mãezinha do criminoso por causa dos crimes dele.

  2. É abjecto. Não tenho e nunca tive estrutura emocional para aguentar uma notícia destas e admiti-la como facto consumado. Tenho quatro netos, três são meninas. Sou contra a pena de morte, mas numa situação destas não tenho muita certeza se ainda o sou.

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