Com um ‘Carocha’ nunca se brinca! Clica no tag e descobre as mãozinhas de tesoura que andam por aí. Se não descobrires, então estão para chegar. Mas muito respeito por qualquer ‘Carocha’!
Já cliquei. E eu respeito os ‘Carochas’. Até tive um. Quer dizer, era do meu pai mas durante uns tempos fui eu quem o conduziu. Mas tinha menos vegetação. E era azul.
(Hum…mas essa das mãozinhas de tesoura assustou-me ;.) Os carochas são símbolos, já utrapassam o estatuto de carro. Representam uma época em todos os aspectos: económicos, robustos, low profile, duráveis, indiferentes à demostração exterior do estatuto do condutor. Tb viajei em vários, que se foram seguindo em série na família. O mais antigo dos quais ainda tinha aquela coisa espantosa do sinalizador de direcção, enorme, que saltava do lado de fora, ao pé do vidro!) Há lá algum ‘pólo’ que se lhe compare? Insubstítuível!
Estás carregada de razão. Já cá estavam alguns há tempos, outros se seguirão. Tive vários e ainda há dois ou três anos estive para ficar com um clássico certificado, um Cabriolet das últimas séries (1979) alemãs.
Acabou por não passar da colecção onde estava para as minhas mãos, mas fiquei com os olhos colados nele até hoje. Ainda recentemente o vi numa das duas revistas mensais que se publicam por cá sobre carros antigos e clássicos.
É o carro do Eduardo Mãos de Tesoura? E daí, não: se fosse, estaria mais aparadinho.
Com um ‘Carocha’ nunca se brinca! Clica no tag e descobre as mãozinhas de tesoura que andam por aí. Se não descobrires, então estão para chegar. Mas muito respeito por qualquer ‘Carocha’!
Já cliquei. E eu respeito os ‘Carochas’. Até tive um. Quer dizer, era do meu pai mas durante uns tempos fui eu quem o conduziu. Mas tinha menos vegetação. E era azul.
O azul também é ambientalista. Tive um azul, entre alguns ‘Carochas’ que me conheceram.
Novo sistema anti-roubo? Bem camuflado….Grandes carros.
Grandes? Os maiores, porque tamanho não é qualidade, Zé.
Ou carocha mimético? 🙂 Acho que o Fernando deve ter visto muitos destes nas suas campanhas.
Há contributos para a série? Lool!
Claro que há contributos. Pelo menos, espero que sim.
(Hum…mas essa das mãozinhas de tesoura assustou-me ;.)
Os carochas são símbolos, já utrapassam o estatuto de carro. Representam uma época em todos os aspectos: económicos, robustos, low profile, duráveis, indiferentes à demostração exterior do estatuto do condutor. Tb viajei em vários, que se foram seguindo em série na família. O mais antigo dos quais ainda tinha aquela coisa espantosa do sinalizador de direcção, enorme, que saltava do lado de fora, ao pé do vidro!)
Há lá algum ‘pólo’ que se lhe compare? Insubstítuível!
Estás carregada de razão. Já cá estavam alguns há tempos, outros se seguirão.
Tive vários e ainda há dois ou três anos estive para ficar com um clássico certificado, um Cabriolet das últimas séries (1979) alemãs.
Cabrio, humm? Mas isso já é um carocha com estatuto, muito saído das cascas…! 😉
Acabou por não passar da colecção onde estava para as minhas mãos, mas fiquei com os olhos colados nele até hoje. Ainda recentemente o vi numa das duas revistas mensais que se publicam por cá sobre carros antigos e clássicos.