A velha frase de Marx diz que o capitalismo vai enforcar-se com a própria corda. É bem possível. Mas importa também ter presente que o socialismo morreu de velho. Porque nunca foi capaz de produzir uma única corda que aguentasse o seu próprio peso.
Capitalismo e socialismo por cordas
Rui Rocha,

Conclusão: estamos perante um sistema falido em todos os azimutes, pelo que há que procurar uma solução fora dele. Aguentá-lo morto-vivo só porque não há outro é como aguentar um tipo ligado à máquina quando se sabe que afinal está morto.
Não é que as perguntas sejam muitas, Fernando. O que escasseia são as respostas.
Perfeito, Rui. Procuremo-las então. Mas não no sistema falido – já semeou, colheu e morreu. Espreita aí o Slavoj Zizek…
Vou ver, Fernando.
Muitíssimo bem observado. «O socialismo morreu de velho», mas por cá parece que o “seguro” não vai por esse caminho. Por estas bandas, o “seguro”, apesar de ainda novo, sobrevive de uma forma insossa, o socialismo continua a perder as boas cores rosadas de outrora para se tornar cinzento e apático e até já nem precisa de nenhuma corda que o aguente, por que está a ficar sem peso algum. “É a crise”, que havemos de fazer?…
O caminho mais Seguro é em ziguezague. Até lugar nenhum.
BEM DITO!
Obrigado, IO.
O que faliu é o segundo socialismo.
O do outro lado da cortina.
Aquele que fez os gastos do estado passar de 30% para 50% desde 1960.
Pois, o outro faliu-nos.
mas até meter a corda ao pescoço, os estragos que vai fazer, Rui…
Não digo que não, Luís…