O Dr. Quentin J. Lee, director de um liceu no Alabama, fez um vídeo à volta do clássico “Can’t Touch This”, de MC Hammer, a fim de sensibilizar os estudantes para as regras de higiene, a propósito da pandemia.
Eu, se fosse professora, divulgava-o na minha escola, até porque também se aprende inglês.

Pois!!!
Mas o covid gosta mais de Touch Me( I want your Body)
Samantha Fox
Óbitos totais hoje, até às 15:24 H: 164
Óbitos < 70 anos hoje, até às 14:50 H: 31
(https://evm.min-saude.pt/)
Óbitos totais “debido ao bírus” entre 16 de Março e 31 de Julho: 1 373
Excesso de óbitos relativo à média 2009-2019 nesse período: 6 568
(https://www.worldometers.info/coronavir us/ & https://evm.min-saude.pt/)
Consultas hospitalares por realizar “debido ao bírus” até Abril: 540 000
Cirurgias por realizar “debido ao bírus” até Abril: 51 000
(Polígrafo)
Tal como já escrevi em várias ocasiões neste blogue, salvaram-se uns e condenaram-se outros à morte – é só fazer as contas e apurar o saldo. “But you can’t touch this”.
Nem vi. Deve ser mais uma peça a promover a histeria a favor da supressão da liberdade.
Hoje vi em Albergaria-a-Velha uma estátua da “rainha” Dona Teresa, supostamente a fundadora daquela vila em 1137, que se assemelha muitíssimo a uma imagem dela que a Cristina aqui nos costuma colocar. É curioso, parece que o artista fez a estátua tomando como modelo fiel a imagem.
Há poucas imagens de Dona Teresa e a mais próxima do tempo em que ela viveu é a miniatura de um manuscrito gótico que a representa com a sua filha Urraca Henriques e Bermudo Peres de Trava, na posse do mosteiro de Toxosoutos. A imagem é, salvo erro, do século XIII e de facto já a usei aqui algumas vezes.
Quanto à estátua, é curioso: Dona Teresa bem pode ter fundado Albergaria-a-Velha, mas com certeza não no ano de 1137, quando o filho já governava o condado há quase dez anos e ela já tinha morrido. Se o caro comentador não se enganou na data, enganou-se a autarquia.
Posso de facto ter-me enganado na data. Já não estou em Albergaria-a-Velha para poder confirmar.
Mas questiono. Porque a trataram por “rainha” na legenda da estátua? Referir-se-iam de facto à mãe de Afonso Henriques? Ou a outra “Dona Teresa” qualquer?
Só pode ser a mãe de D. Afonso Henriques. D. Teresa era tratada por rainha, enquanto esteve à frente do condado Portucalense, e o seu filho de “infante”.
Como já escrevi aqui: «Em vários documentos régios e particulares, num período compreendido entre 1105 e 1126, com destaques para as cartas de doação ou de escambo, D. Teresa surge com o título de rainha, «Tarasia regina». Alguns destes documentos exibem mesmo o selo real de D. Teresa em redor da cruz de Cristo».
Se quiser ler o post:
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/e femerides-historicas-ao-tempo-da-1074310 0
Não tinha agora presente este pormenor de Albergaria-a-Velha e fui à Wikipedia:
«Em 1117, D. Teresa, rainha de Portugal e mãe de D. Afonso Henriques, doou ao fidalgo Gonçalo Eriz vastas terras. Como contrapartida, o fidalgo comprometeu-se a manter aberta uma Albergaria para acolher os viajantes pobres.
A Carta do Couto de Osselôa é considerado o primeiro documento em que Portugal figura com o título de reino [1] e constitui a certidão de nascimento e de baptismo de Albergaria-a-Velha».
É 1117, em vez de 1137.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Albergari a-a-Velha
D. Teresa morreu em 1130.
Obrigado Cristina. Mais uma vez, a wikipedia resolve as coisas…