8 comentários em “Canções do século XXI (435)”

  1. Estes nórdicos enganam-se tanta vez 🙁

    Com uma voz mais profunda seria um clássico do Gótico, com uma crueza mais metálica seria um excelente Nu, com uma bateria mais pujante seria um Heavy estrondoso…

    … como é, soa-me a uma belíssima melodia em busca de concretização.

    Ficam-me sempre a meio caminho, estes bacanos do gelo, e o Entre-Muralhas aqui mesmo ao pé!

    1. Está a brincar, só pode!
      Ou então esqueceu-se de ligar a aparelho.

      In Rolling Stone’s readers’ poll of The 10 Best Songs of 2015, “He Is” was ranked fourth. Brittany Spanos wrote that with that song Ghost “hit a psychedelic note, going back to metal’s folkier roots from the Sixties and Seventies.”

      E a produção do videoclipe é fabulosa.

      Que decepção, Sarin!!

      1. As votações do público ou de especialistas nunca afectaram as minhas opiniões, quando muito, que não poucas vezes, conduziram-me a matérias sobre as quais opinar. Nem mesmo as votações da Rolling Stone!

        Mas é verdade, Kälhau… não é preconceito, mas raro é o som dito pesado que, vindo de tundras, fiordes e arredores, me preencha. Fica-me sempre a sensação de irrealização, ou a certeza de não ser orgásmico… talvez precise de fazer um estágio naquele submundo local? Talvez…

        Sobre o vídeo, concordo. Mas, que quer, eu vejo o vídeo com som

        1. Umas das exportações culturais de maior êxito provindas da Escandinávia é precisamente a sua música “pesada”, nas variantes Doom, Black, Death Metal, Symphonic Metal….

          Dimmu Borgir,Amorphis, In Flames,Nightwish, Emperor….

          https://scandinaviantraveler.com/en/lifestyle/scandinavian-metal-new-musical-export

          1. Não o nego, apenas nego que eu seja apreciadora indefectível do exportado. Gosto muito do estilo, mas é como com a viola braguesa ou o cavaquinho: poucos são os que classifico de virtuosos.

            Mas como eu acho que os The Beatles tanto contribuiram para o rock como para a música pimba… Lady Madonna?! Obladi obladá?! Que rai’…!!!!

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