Uma grande música naquele que terá sido talvez o último grande álbum dos Muse. Dele, destacaria – para além desta, claro – “Butterflies and Hurricanes” e “Ruled by Secrecy”.
Provavelmente as melhores músicas dos Muse até estão no The Resistance – a sinfonia final em três partes é espantosa. E o Black Holes and Revelations tem umas belas malhas… Lembro-me perfeitamente da primeira vez que ouvi ao vivo a Knights of Cydonia, a encerrar o concerto de 2006 no Campo Pequeno, e foi absolutamente espectacular.
Mas sim, os três primeiros álbuns estão globalmente vários furos acima do que se seguiu. É curioso, até: normalmente as bandas precisam de um ou dois discos para encontrar o seu território (ouça-se os Radiohead antes e depois do OK Computer, por exemplo). Os Muse e os Arcade Fire fizeram o percurso inverso, parece-me: começaram com estrondo, e depois perderam-se um pouco.
Uma grande música naquele que terá sido talvez o último grande álbum dos Muse. Dele, destacaria – para além desta, claro – “Butterflies and Hurricanes” e “Ruled by Secrecy”.
Concordo com o João Campos. Gostei dos três primeiros álbuns.
Provavelmente as melhores músicas dos Muse até estão no The Resistance – a sinfonia final em três partes é espantosa. E o Black Holes and Revelations tem umas belas malhas… Lembro-me perfeitamente da primeira vez que ouvi ao vivo a Knights of Cydonia, a encerrar o concerto de 2006 no Campo Pequeno, e foi absolutamente espectacular.
Mas sim, os três primeiros álbuns estão globalmente vários furos acima do que se seguiu. É curioso, até: normalmente as bandas precisam de um ou dois discos para encontrar o seu território (ouça-se os Radiohead antes e depois do OK Computer, por exemplo). Os Muse e os Arcade Fire fizeram o percurso inverso, parece-me: começaram com estrondo, e depois perderam-se um pouco.
Ao vivo é outra coisa, claro.