Lou Reed é do melhor que se pode ouvir. Tudo. Mas há um álbum dele que tem esta música em ritmo bem mais lento e maravilhoso, com uns vocais amargos e arrastados. Não me farto de o ouvir. “Berlim”, um álbum em que entra também o genial Steve Winwood. Há uns anos atrás a versão CD desse álbum andava por aí à venda em desconto por tuta e meia e ninguém lhe ligava nenhuma. Eu comecei por ouvi-lo uns anos após a sua saída (1973), em LP.
Tenho estado a ouvir tudo isso a propósito desta série que já vai no terceiro ano consecutivo aqui no DELITO. Confesso que me dá muito prazer voltar a ouvir sons que há muito não escutava. Este álbum, por exemplo.
Lou Reed é do melhor que se pode ouvir. Tudo. Mas há um álbum dele que tem esta música em ritmo bem mais lento e maravilhoso, com uns vocais amargos e arrastados. Não me farto de o ouvir. “Berlim”, um álbum em que entra também o genial Steve Winwood. Há uns anos atrás a versão CD desse álbum andava por aí à venda em desconto por tuta e meia e ninguém lhe ligava nenhuma. Eu comecei por ouvi-lo uns anos após a sua saída (1973), em LP.
Tenho estado a ouvir tudo isso a propósito desta série que já vai no terceiro ano consecutivo aqui no DELITO. Confesso que me dá muito prazer voltar a ouvir sons que há muito não escutava. Este álbum, por exemplo.
Quase em jeito de homenagem à malograda Sinéad.
Pode ser entendida dessa forma. A infeliz Sinéad ainda não podia figurar aqui porque há meio século só tinha seis aninhos.