Mais do que escrever “cinquenta anos, já…”, creio que fica a memória da elegante simplicidade, da voz extraordinária – Deus leva os que mais ama -, irrepetível (são-no, por definição, bem sei), do sereno rigor dos arranjos. Muito têm a aprender os destes dias: os(as) que movem legiões histéricas fazendo algo remotamente parecido com cantar, entre histriónicas demonstrações de bizarria infrene. Sendo muito contido nas palavras.
Revejo-me em muito do que escreve. Esta série propicia reflexões desse género, creio bem. E uma comparação com os tempos actuais que ultrapassa a estrita dimensão da música.
Mais do que escrever “cinquenta anos, já…”, creio que fica a memória da elegante simplicidade, da voz extraordinária – Deus leva os que mais ama -, irrepetível (são-no, por definição, bem sei), do sereno rigor dos arranjos. Muito têm a aprender os destes dias: os(as) que movem legiões histéricas fazendo algo remotamente parecido com cantar, entre histriónicas demonstrações de bizarria infrene.
Sendo muito contido nas palavras.
Revejo-me em muito do que escreve. Esta série propicia reflexões desse género, creio bem. E uma comparação com os tempos actuais que ultrapassa a estrita dimensão da música.