“Hiroshima” aqui é o símbolo de todas as guerras de todos os tempos e em todos os lugares. E é também um símbolo das lutas que Georges Moustaki teve toda a sua vida.
Coleccionador de música francesa desde a adolescência não me lembro de alguma vez ter visto esta capa mas também é um facto que o mercado português em 1972 já há algum tempo tinha feito a “agulha” para a música anglo-saxónica e os LP eram caros para as bolsas mesmo mais que remediadas nos níveis de vencimentos da época. No entanto aparece em duas compilações constituídas por 4 CD cada, uma das quais ainda é possível encontrar à venda na net. É esta que tenho desde que saíu em 1989 e tem como título genérico “Ballades en balade”, cada disco abordando uma temática em particular (Racines et errances, Sagesses et chemins de fortune, Jardins secrets et terres promises, Voyages et rencontres).
“Hiroshima” está no “Sagesses et chemins de fortune” juntamente com “Déclaration”, “Homme”, “Espérance” e , claro está, “Ma liberté”.
Os desenhos das capas de cada um dos discos e o do “coffret” em que vêm são do próprio Moustaki.
Meu caro Amigo, para si não são ensinamentos, são quanto muito acrescentos ao seus que sei o que são e que no mundo da (para simpificar) genéricamente apelidada “música pop” sei serem bastante superiores aos meus.
Como sabe há muitos anos o meu mundo é o da música clássica (não para trás de Bach nem para a frente de Strawinsky) e em menor escala do jazz (anos 50, 60, 70, 80). A música francesa apenas aparece bem colocada porque o francês é a minha 2ª “língua materna”, perdoe-se-me a expressão.
No entanto propus-me em boa hora aqui voltar e fazer o que muitas vezes fiz no passado, vir comentar estes seus posts dedicados à música, uma “luta” sua de sempre e de que nunca abdicou com a sua habitual perseverança.
Como sabe sempre considerei que desde histórias à volta de uma canção até pormenores à volta do que o mercado tem, teve ou ainda nos oferece podem ser úteis de divulgar, se o que aqui escrevo fôr de alguma utilidade para 1% dos que por aqui passam já fico muito feliz, como imagina.
“Hiroshima” aqui é o símbolo de todas as guerras de todos os tempos e em todos os lugares.
E é também um símbolo das lutas que Georges Moustaki teve toda a sua vida.
Coleccionador de música francesa desde a adolescência não me lembro de alguma vez ter visto esta capa mas também é um facto que o mercado português em 1972 já há algum tempo tinha feito a “agulha” para a música anglo-saxónica e os LP eram caros para as bolsas mesmo mais que remediadas nos níveis de vencimentos da época.
No entanto aparece em duas compilações constituídas por 4 CD cada, uma das quais ainda é possível encontrar à venda na net.
É esta que tenho desde que saíu em 1989 e tem como título genérico “Ballades en balade”, cada disco abordando uma temática em particular (Racines et errances, Sagesses et chemins de fortune, Jardins secrets et terres promises, Voyages et rencontres).
“Hiroshima” está no “Sagesses et chemins de fortune” juntamente com “Déclaration”, “Homme”, “Espérance” e , claro está, “Ma liberté”.
Os desenhos das capas de cada um dos discos e o do “coffret” em que vêm são do próprio Moustaki.
Grato pelas suas notas, meu prezado amigo.
Acabo por aprender também sempre alguma coisa com os ensinamentos que aqui nos traz.
Meu caro Amigo, para si não são ensinamentos, são quanto muito acrescentos ao seus que sei o que são e que no mundo da (para simpificar) genéricamente apelidada “música pop” sei serem bastante superiores aos meus.
Como sabe há muitos anos o meu mundo é o da música clássica (não para trás de Bach nem para a frente de Strawinsky) e em menor escala do jazz (anos 50, 60, 70, 80).
A música francesa apenas aparece bem colocada porque o francês é a minha 2ª “língua materna”, perdoe-se-me a expressão.
No entanto propus-me em boa hora aqui voltar e fazer o que muitas vezes fiz no passado, vir comentar estes seus posts dedicados à música, uma “luta” sua de sempre e de que nunca abdicou com a sua habitual perseverança.
Como sabe sempre considerei que desde histórias à volta de uma canção até pormenores à volta do que o mercado tem, teve ou ainda nos oferece podem ser úteis de divulgar, se o que aqui escrevo fôr de alguma utilidade para 1% dos que por aqui passam já fico muito feliz, como imagina.
É, seguramente. Não tenha dúvida.