Uma ingenuidade da Joan Baez. Estava o Bob Dylan muito quietinho e nada interessado em liderar pela canção qualquer movimento de protesto contra a guerra quando, empurrada pelas circunstâncias e pelos amigos, a Joan Baez resolveu fazer-lhe este apelo. E o rapaz que se tinha afastado há anos da “vida activa” viu-se de repente “apertado” por vários lados e quase visto como o “mau da fita”. A coisa não correu bem a ninguém, ele não achou grande (nem pequena) graça à situação que se tinha criado. Ainda houve muito mais tarde um arremedo de pazes entre eles e actuaram juntos, mas esta canção não fez parte da lista.
Não sei explicar porquê mas de entre todas as canções dela (e são tantas) não me canso de ouvir o “Here’s to You” da BSO do filme “Sacco & Vanzetti”, talvez algum feitiço que em mim exerce sempre (e desde sempre) a música de Morricone com aquela letra que se limita à repetição de 4 linhas.
Claro que ouvimos todos muitas vezes o “Gracias a la vida”, mas aí temos como é evidente e antes de tudo a Violeta Parra e mais tarde a Mercedes Sosa, a Joan Baez canta-a bem mas é um registo diferente daquelas, é outra coisa.
Uma ingenuidade da Joan Baez.
Estava o Bob Dylan muito quietinho e nada interessado em liderar pela canção qualquer movimento de protesto contra a guerra quando, empurrada pelas circunstâncias e pelos amigos, a Joan Baez resolveu fazer-lhe este apelo.
E o rapaz que se tinha afastado há anos da “vida activa” viu-se de repente “apertado” por vários lados e quase visto como o “mau da fita”.
A coisa não correu bem a ninguém, ele não achou grande (nem pequena) graça à situação que se tinha criado.
Ainda houve muito mais tarde um arremedo de pazes entre eles e actuaram juntos, mas esta canção não fez parte da lista.
Não sei explicar porquê mas de entre todas as canções dela (e são tantas) não me canso de ouvir o “Here’s to You” da BSO do filme “Sacco & Vanzetti”, talvez algum feitiço que em mim exerce sempre (e desde sempre) a música de Morricone com aquela letra que se limita à repetição de 4 linhas.
Claro que ouvimos todos muitas vezes o “Gracias a la vida”, mas aí temos como é evidente e antes de tudo a Violeta Parra e mais tarde a Mercedes Sosa, a Joan Baez canta-a bem mas é um registo diferente daquelas, é outra coisa.
Uma voz impressionante.