“Um dos problemas fundamentais da informação e das citações disponíveis na internet é a nossa incapacidade para percebermos se são autênticas ou uma mera falsificação.”
Luís de Camões, Livro do Desassossego.
“Um dos problemas fundamentais da informação e das citações disponíveis na internet é a nossa incapacidade para percebermos se são autênticas ou uma mera falsificação.”
Luís de Camões, Livro do Desassossego.
Quem é este Luís de Camões que escreveu um 2.º Livro do Desassossego?
Queres lá ver…
Maravilhoso! 🙂
Que delícia
Não admira que o homem tivesse tantos inimigos. 🙂
É verdade. É o problema das pessoas que se antecipam ao seu tempo.
Já vi comentário semelhante atribuído a Lincoln em discurso no final da II Guerra Mundial. O que demonstra que Sócrates tinha razão ao referir o mesmo nos seus diálogos com Descartes, os quais publicaram nas paredes em Foz Côa.
Ninguém está livre de acusação de plágio. O próprio Camões não se livra da acusação de ter copiado Petrarca.
Lindo…
Caluniadores é o que é: Tra la spica e la man qual muro he messo!
Qual Petrarca, qual quê?
O pessoal quando chega a velho começa é a apreciar Dante, é só ouvi-los dizer:
“Dante é que era bom”…
… é claro que depois apanham com a juventude do “Manifesto anti-Dantes”.
Sendo que outro dos problemas fundamentais é avaliar da autenticidade do conteúdo de informação e das citações pela relevância social da pessoa a quem se as atribui ou pela popularidade da obra de que se julga serem provenientes.
Hitler, Livro Vermelho
É claro que podemos sempre ser cautelosos e seguir a velha máxima “google before you tweet or blog”.
Perdão, mas quem escreveu o Livro do Desassossego foi Rodrigues dos Santos.
Bolas, estava mesmo despistado…
Foi a Eduarda Maio.
Não, garanto que foi o Camões em Maio.
É curioso que diga isso. Eu, por exemplo, estive convencido até ontem que tinha sido a Margarida Rebelo Pinto.
O Camões está desassossegado por causa do Pinto da Costa ter empurrado um jornalista. Lembro-me perfeitamente de ele o ter comentado no pic-nic que o Continente montou no Terreiro do Paço, entre talhadas de melancia e pão de ló ensopado em Malvasia, quando espreitávamos a morgada nos canaviais.
Já pensaste pôr o teu sentido de humor a render? Ganhavas um dinheirão!
Não sá na NET. Até na comunicação social institucional. Temos de exigir nesta o direito às fontes.