Calvin and Hobbes (8)


realmagic,

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Esta tira só me faz lembrar a famosa expressão: “Não, é não!”. Engane-se quem julga que só as crianças a provocam, há muitos adultos que também merecem ouvir um “Não, é não!”.

0 comentários em “Calvin and Hobbes (8)”

  1. Percebi apesar da gramática estar errada. Em português é absolutamente proibido separar o sujeito de predicado por uma vírgula.

    1. Caro desconhecido, aceito sempre de bom grado as críticas, mas parece-me que proibido é uma palavra demasiado forte, até porque a ideia que pretendo transmitir não é um reforço da negação com a expressão “não é não”, mas sim uma ideia explicativa de que a palavra não significa mesmo não. De qualquer forma, penso que se referia à separação do sujeito do predicado e não “sujeito de predicado” como escreveu. Estamos sempre a aprender! 🙂

          1. Olhe que não é “porque” é “por que”. Ai essa gramática? Separa lá as duas palavras (e de caminho tire a vírgula).

          2. O problema das pessoas que acham que sabem tudo é que revelam que sabem tanto ou menos que os outros. Seria “Ai essa gramática!”? É que a interrogação não faz muito sentido. Confesso que não tenho muita paciência para pessoas que vêm para aqui dar ordens e permanecem no anonimato, com erros ou sem eles, eu escrevo com sentimento e acima de tudo com um nome que se assume. Vá ler os que gosta e não perca mais tempo comigo, que isto por aqui é só “xutos e pontapés” na gramática! 😉

          3. Está bem, tire lá o ponto de interrogação. Não tiro eu porque (agora é porque pegado) não posso.

          4. Não tiro nada, não corrijo nada, porque, pegado ou separado, o que importa mesmo aqui é que não (expressivamente falando e agora seguido de uma vírgula só porque me apetece e o post até é meu), é não! Como eu dizia de início, há muitos adultos que não o entendem, mas é mesmo assim. Já agora, que tal fazer umas revisões na sua tão estimada gramática? Sugestão: comece pelos advérbios… 😉

          5. Bem, o problema é que os seus são os que me agradam mais. É só o probleminha da gramática (e isso é secundário).

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