0 comentários em “Calma que o homem sabe o que faz”
E os gregos podem ficar descansadinhos quanto ao seu dinheirinho no banco, escusam de estar preocupados em o levantar. Quando lá forem levantar dracmas, então, ficam aos saltos de contentamento.
É o esperado resultado do Marxismo. Quando começarem as filas para comprar pão e papel higiénico também não se admirem. A única diferença para a Venezuela é que estes vierem do maquiavélico mundo da Universidade e não como Chavez um militar.
PS: o referendo para o Tsipras também era uma coisa muita má, Agora já parece boa.
Se ele souber o que fazer, usa primeiro a tragédia: – o “dracma antigo”, ler, o “drama antigo”, e só depois passa à fase Bertolt Brecht do “dracma moderno”.
Portanto, mete a impressora de Atenas a imprimir notas de biliões de dracmas (antigos), o que face à equivalência acordada “dracma » euro” deverá para pagar a dívida acumulada aos credores, numa hora.
Aí o dracma antigo passará a valer tanto quanto o dólar do Zimbabué, e as pensões gregas serão pagas em milhões de dracmas, que não darão para comprar um secador da Bosch, mas devem dar comprar muito iogurte e moussaka.
Depois do drama antigo, deve passar à fase Brecht do drama moderno, ou seja introduz nova moeda – o “novo dracma” – tipo “novo banco” ao reabilitar massa falida.
Dessa nova moeda, os alemães e restantes credores terão zero, mas precisarão dele para pagar os impostos das suas casas de férias, ou até para visitar o Parténon. O “novo dracma” não comprará muita coisa, a menos que os russos, os argentinos, os chineses, e muita outra malta que anda farta dos mercados, a aceitem como moeda de troca… se os deixarem, está claro.
E a agora chegamos ao “drama moderno” – faltando petróleo, resta a Tsipras o Maduro, ou seja o tinto venezuelano, que cedo mostrou solidariedade:
… só que isso é que será “dracmático” porque a única moeda de troca autorizada para comprar petróleo é o “dólar” e não é o do Zimbabué.
Os últimos a sugerirem negociar em “euros” e não em “dólares” foram: – Saddam e Khaddafi, cujo destino não augura nada de bom para a última parte desta dracmatização… Portanto este último passo pode só ser bom para o desporto e para as políticas ecologistas – os gregos voltam à bicicleta e aos barcos a remos.
E, de facto, os gregos que possuam cartões de crédito estrangeiros estão livres disso. Só os pobrezitos dos outros é que, coitados, tivessem pensado melhor.
Tal como disse, a informação que aqui escrevi não é da minha criação, ouvi-a na rádio. Se é humor, não é da minha invenção, é invenção de alguma agência noticiosa. Pelo que, agradeço o cumprimento, mas ele não me é devido.
Seja pela realidade ou pelo BCE, ou por ambos, o facto é que não o fez de sua livre vontade. Pelo que, não se pode acusá-lo de contradição (como feito neste post).
Como é que uma pessoa com a formação de base do Luís Lavoura acredita nas parangonas dos nossos meios de informação sem fazer qualquer cruzamento com outras informações?
Claro que foi o BCE que cumpriu determinadas regras, regras essas do conhecimento do governo grego, o qual se viu na obrigação de tomar aquelas medidas.
E claro que não foi de livre vontade, que raio de ideia a sua, o homem não é assim tão maluco. Mas que sabia que fazendo aquilo e acontecendo aqueloutro teria que fazer isto, isso sabia.
Toda a gente sabia isso desde o princípio excepto Você (até os jornalistas que fazem títulos a contar com a falta de conhecimentos ou puro desinteresse das pessoas que os lêem).
E os gregos podem ficar descansadinhos quanto ao seu dinheirinho no banco, escusam de estar preocupados em o levantar. Quando lá forem levantar dracmas, então, ficam aos saltos de contentamento.
É o esperado resultado do Marxismo.
Quando começarem as filas para comprar pão e papel higiénico também não se admirem.
A única diferença para a Venezuela é que estes vierem do maquiavélico mundo da Universidade e não como Chavez um militar.
PS: o referendo para o Tsipras também era uma coisa muita má, Agora já parece boa.
Se ele souber o que fazer, usa primeiro a tragédia:
– o “dracma antigo”, ler, o “drama antigo”,
e só depois passa à fase Bertolt Brecht do “dracma moderno”.
Portanto, mete a impressora de Atenas a imprimir notas de biliões de dracmas (antigos), o que face à equivalência acordada “dracma » euro” deverá para pagar a dívida acumulada aos credores, numa hora.
Aí o dracma antigo passará a valer tanto quanto o dólar do Zimbabué, e as pensões gregas serão pagas em milhões de dracmas, que não darão para comprar um secador da Bosch, mas devem dar comprar muito iogurte e moussaka.
Depois do drama antigo, deve passar à fase Brecht do drama moderno, ou seja introduz nova moeda – o “novo dracma” – tipo “novo banco” ao reabilitar massa falida.
Dessa nova moeda, os alemães e restantes credores terão zero, mas precisarão dele para pagar os impostos das suas casas de férias, ou até para visitar o Parténon.
O “novo dracma” não comprará muita coisa, a menos que os russos, os argentinos, os chineses, e muita outra malta que anda farta dos mercados, a aceitem como moeda de troca… se os deixarem, está claro.
E a agora chegamos ao “drama moderno” – faltando petróleo, resta a Tsipras o Maduro, ou seja o tinto venezuelano, que cedo mostrou solidariedade:
http://www.euronews.com/2015/02/07/venez uela-shows-solidarity-with-greece-as-mad uro-invites-tsipras-to-caracas/
… só que isso é que será “dracmático” porque a única moeda de troca autorizada para comprar petróleo é o “dólar” e não é o do Zimbabué.
Os últimos a sugerirem negociar em “euros” e não em “dólares” foram: – Saddam e Khaddafi, cujo destino não augura nada de bom para a última parte desta dracmatização…
Portanto este último passo pode só ser bom para o desporto e para as políticas ecologistas – os gregos voltam à bicicleta e aos barcos a remos.
Pois, mas não esquecer que se pode voar de bicicleta entre Creta e Santorini: iclo-voador.html
http://odemaia.blogspot.pt/2012/04/homem-c
E, de facto, os gregos que possuam cartões de crédito estrangeiros estão livres disso. Só os pobrezitos dos outros é que, coitados, tivessem pensado melhor.
Segundo se diz, foi o Banco Central Europeu quem obrigou o governo grego a impôr os controles de capitais. Varufakis fê-lo contra vontade.
Luís, permita que lhe dê os parabéns: você é um mestre no humor involuntário.
Tal como disse, a informação que aqui escrevi não é da minha criação, ouvi-a na rádio. Se é humor, não é da minha invenção, é invenção de alguma agência noticiosa. Pelo que, agradeço o cumprimento, mas ele não me é devido.
Caramba, dei uma palmada na testa com tanta força que fiquei com ela a arder…
Ó Luís, então você acha que ele iria aplicar controlo de capitais por prazer pessoal? É claro que foi obrigado. Pela realidade.
Seja pela realidade ou pelo BCE, ou por ambos, o facto é que não o fez de sua livre vontade. Pelo que, não se pode acusá-lo de contradição (como feito neste post).
Como é que uma pessoa com a formação de base do Luís Lavoura acredita nas parangonas dos nossos meios de informação sem fazer qualquer cruzamento com outras informações?
Claro que foi o BCE que cumpriu determinadas regras, regras essas do conhecimento do governo grego, o qual se viu na obrigação de tomar aquelas
medidas.
E claro que não foi de livre vontade, que raio de ideia a sua, o homem não é assim tão maluco.
Mas que sabia que fazendo aquilo e acontecendo aqueloutro teria que fazer isto, isso sabia.
Toda a gente sabia isso desde o princípio excepto Você (até os jornalistas que fazem títulos a contar com a falta de conhecimentos ou puro desinteresse das pessoas que os lêem).