
será o mandamento do partido LIVRE. Há coisa de um ano ficou célebre um despique acontecido num dos inúmeros painéis de comentário político radiotelevisivo. Nele o socialista Sérgio Sousa Pinto (que quando jovem foi o dr. Frankenstein desta voga das “causas fracturantes”) deu uma gigantesca arrochada em Rui Tavares, lembrando-lhe de como este se associara politicamente, em posição subordinada, a um anterior membro da STASI, a nada simpática polícia política da RDA. Tudo teve então mais eco não só pela veemência de Sousa Pinto como, e acima de tudo, pela ar encabulado e até apardalado com que Tavares ficou – o delicioso filme do momento entretanto deixou de estar acessível, privando o povo de repetir as inúmeras gargalhadas então dadas.
Hoje Tavares foi entrevistado no programa de Araújo Pereira. À pergunta de “para quê votar no LIVRE?” respondeu que os eleitores lisboetas assim poderão deixar de votar na lista do PS “onde está Sérgio Sousa Pinto” e votar nele próprio.
É difícil encontrar por cá maior exemplo de nanismo político…
Adenda: um leitor teve a amabilidade de me informar, em comentário, onde ainda se pode encontrar o filme desse debate.
(Intervenção de Sérgio Sousa Pinto no “Grande Debate”, 17.11.2020, RTP)

Deve ser este o vídeo a que se refere: ts/jz0j59/intervenção_de_sérgio_sousa_pi nto_no_grande/
https://www.reddit.com/r/portugal/commen
é esse mesmo, muito obrigado…
Não notei nenhum jornalista corado de vergonha na altura. Parece-me informação importante para colocar nas primeiras páginas e abrir telejornais.
Mas o jornalismo Marxista que temos seria incapaz de considerar tal condenável, até chamam líder ao Fídel Castro…assim como o nosso Presidente da “direita” até foi beijar a mão à celebridade assassina…
Sim, essa visita “turística” de Sousa ao reformado Castro, repousando no seu fato de treino, foi um momento patético.
Livre = PEV
O PEV do PS com toda a certeza, embrulhado em retórica engraçadista
Gostaria de ver um Governo PS com adjuntos Bloco, Livre e PAN.
Das duas uma, ou Portugal se transformava naquele paraíso perdido que tanto prometem, ou enterrava-se tão fundo que seria necessária uma ocupação europeia. O que nos garantiria uns 8 anos sem PS no Poder (sim, porque regressariam).
Isso apetece dizer mas “da boca para fora”. Pois já estamos suficientemente amarfanhados (e, no meu caso, envelhecido) para aguentarmos ainda pior nos próximos tantos anos.