– há muito que treino o espírito, pela tua saúde. cala-te corpo.
– sinto o abandono nesta prosa colada, sem direito a crédito, como filhos deitados aos males do mundo.
– sei. o que nos sai do corpo, o corpo lamenta. são dores do apego. deixa lá o texto correr o espaço, sem nome por baixo, sem ser de ninguém.
– pertença de todos. não importa quem foi. pronto, está bem.

A minha angústia nem sequer é das piores, até por estar já habituado a temporadas fora de portas, desta vez por ser de longa duração bate de outra forma. Não viro as costas ao burgo despeitado.
O texto tocou-me porque senti todas aquelas palavras. Obrigado.
sempre vai, está para ir… é da maneira que mais vezes cantarei Lisboa. para si, Tex. com saudades.
despeito, era o meu, pela ausência de assinatura no txticulos. está linkado, sei, mas dita o rigor que se nomeie o autor. pelo apego teimoso, pelos distraídos, pelos aproveitadores, pelos incautos.
para onde quer que vá, vista a armadura, dê e receba notícias nossas.
um abraço!
Peço desculpas, desatenção corrigida.
Continue assim a cantar esta Lisboa, que lá de longe a “ouvirei”.
obrigada, Tex.
está prometido.
não vá sem avisar, sff.
à sua!