Brevíssimas


Pedro Correia,

O Bloco, com liderança bicéfala, perde duplamente.

Seguro teve um triunfo esmagador. Na projecção do socialista Oliveira e Costa.

Marinho Pinto começou a ganhar o lugar na Europa no dia em que venceu Moura Guedes na TVI.

O PCP, coerente como sempre, vai manter a letra J. Jerónimo dará lugar a João, não tarda muito.

Passos e Portas não irão coligados em 2015. A Aliança Portugal (parte 2) é pequena de mais para nela caberem ambos.

22 comentários em “Brevíssimas”

  1. Está tudo empastelado. Já lá diz o outro. Assim a modos que à beira do pântano. Já lá dizia o outro.

  2. Lisboa entupida de amaricanos por causa da final da taça dos campeões e o Rock in Rio cheio de cheneses a um Domingo à noite é a prova provada que isto por essa Europa vai uma crise…

  3. o comentário a falar da final da taça e do Rock in Rio era para o post “lá fora” e não para este, e por isso não seria para ser publicado

  4. Pois… penso que tivemos a noite de retirar das gavetas as facas longas… no PS e na Coligação, resta saber se no primeiro Seguro se aguenta e no segundo se os líderes se desirmanarem,até por que a experiência diz que quando separados valem mais que juntos, se aguentam o governo até ao verão de 2015.
    Cavaco sempre defendeu um acordo no arco da governação, os votos dizem que não há alternativa a essa proposta, mas poucos gostam de dar a Cavaco razão, mesmo quando a tem.

    1. Os chamados partidos do ‘centrão’ estão em recuo um pouco por toda a Europa. Itália é uma das raras excepções – curiosamente, um país que ainda há pouco era apontado como um dos mais excêntricos em matéria de resultados eleitorais.
      Este cenário potencia governos de bloco central. Em Portugal também. Ou seja: por muito que rivalizem, PSD e PS estão condenados a entender-se.

  5. A que fazer uma análise racional destas eleições. Seguro está ainda mais inseguro e este resultado foi muito pouco expressivo. O PSD é não aguenta até às legislativas, e a lição que deve retirar é que os ratings e mercados não ganham eleições. O CDS perde autonomia face ao PSD em sucessivos escrutínios eleitorais ameaçando mais tarde ou mais cedo sair da coligação. A grande vencedora é a Abstenção que reflecte o descontentamento geral dos português. Está na altura deste país mudar de líder!

  6. Lá pelo PS ensandeceram completamente. Aquele muito engraçado e bem disposto (livra!), Ferro Rodrigues, já pede que Cavaco convoque eleições, como se tivessem tido 45% e fosse claro que maioria estável resultaria delas.

  7. Grande vitória, como é habitual da União Nacional dos Tachos, A grande coligação PSD/PPD, CDS/PP, PS o futuro da nação está assegurado.
    Viva a União Nacional dos Tachos e seus apoiantes.
    Os parabéns são extensíveis, aos mortos, e aos que ainda não morreram, não moram cá e aos que cá moram, mas já morreram para os votos.

        1. Sempre simpático , meu caro “jojoratazana” .

          É um prazer revê-lo por aqui .
          Prazer aliàs redobrado ao verificar que a verve que o tornou famoso (não digo por que razões) noutros lados está ainda mais requentada (*) .

          (*) Diz-se de notícia de facto já conhecido, que se quer dar como novo.

          1. Olhe que não , senhor doutor , olhe que não …

            Fraca memória a sua , é o que dá não dar atenção aos outros .
            Não catalogue à pressa , é pouco saudável fazê-lo , há surpresas .

            Passe bem , agradeço a rara delicadeza .

  8. Enfim, parece que no mesmo jogo e no mesmo estádio os suplentes começam a ser chamados pelos seus treinadores. Arriscou o treinador do PS. Seguir-se-ão os do PSD e do CDS? O que acham de Rio se juntar à festa e apresentar a sua disponibilidade para liderar o PSD?

    1. Se pega a moda de tentar fazer rolar as cabeças dos partidos que subiram percentagem de votos nestas europeias, o camarada Jerónimo que se cuide: vai chegar a vez dele também.
      Seguro está a ser contestado por ter feito subir o PS cinco pontos (de 26,5% em 2009 para 31,5% em 2014). Imagine-se o que pode suceder a Jerónimo, que apenas fez subir a CDU dois pontos (de 10,6% para 12,6%).

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